quinta-feira, outubro 22, 2015

As várias "roupagens" do espiritismo

Segundo a Bíblia, nos últimos tempos haveria uma união muito forte e universal entre 3 "espíritos imundos" (ver Apoc. 16:13-14).

Dentre estes "espíritos", um é representado pela figura do DRAGÃO, que o próprio livro do Apocalipse identifica como sendo o diabo (cf. cap. 12:9).

Estes três poderes diabólicos, pois têm o diabo como seu "mentor", são identificados pelos Adventistas como: o papado romano, o espiritismo e o protestantismo que se apostatou da verdadeira fé.

Os escritos inspirados de Ellen White já nos advertiam há décadas de que seriam 2 os principais pontos que uniriam estes 3 poderes religiosos: a santificação do domingo em lugar do sábado do Senhor, e a crença na imortalidade da alma.

Sobre o tema da mudança que o papa fez do sábado para o domingo, e que a Cristandade em geral (em especial os ditos "evangélicos") aceitaram sem questionar, já escrevi bastante aqui no blog.

Porém, é importante também sempre atentarmos para a infiltração sorrateira e poderosa que o espiritismo, em suas diversas formas e roupagens, está alcançando na sociedade.

Há alguns anos, ficamos sabendo de uma mãe que sacrificou a própria filha em um ritual satânico aqui no Brasil (veja aqui). Pouco depois, o mesmo fato horrível se repetiu em um bairro de São Paulo, onde uma mãe adepta de alguma seita diabólica assassinou o filho com 15 facadas, após pisotear a Bíblia (veja). Este mês, a história se repetiu em um ritual macabro realizado na Paraíba, onde um menino foi utilizado para satisfazer as crenças diabólicas de sua mãe e padrasto (relembre).

É claro que nem todo "espírita" se envolve com a chamada "magia negra".

Quando morei em João Pessoa em meados de 2008, lembro de um evento que a Federação Espírita promoveu: um grande "arrastão" de divulgação da sua "doutrina" no dia de "finados". Em todo o país, os espíritas se organizaram para visitarem os cemitérios e pregarem a mensagem de que os mortos estão ai, basta que um médium faça a ligação entre eles e os vivos. Para muitos parentes enlutados, esta é uma mensagem profundamente acalentadora.

Os evangélicos, por sua vez, não conseguem pregar a verdade bíblica da ressurreição porque ela se choca com o que eles ensinam sobre o inferno, o "seio de Abraão", a "glória", etc. Basta ir em um enterro de algum "crente" para ver como eles defendem o espiritismo da mesma forma que os espíritas o fazem... só a "roupagem" é diferente.

Para o "povão" existe o espiritismo dos "trabalhos", das "magias negras", das "feitiçarias", como os casos horrendos citados acima.
Para os "eruditos" há o espiritismo "kardecista", mais "científico" e elaborado...
Para os cristãos, há uma espécie de "espiritismo disfarçado", que prega a existência de um inferno de fogo eterno para os que se perderem, e de um céu (desde agora) para os que aceitam a Jesus.

Aqueles que acreditam no que a Bíblia ensina sobre a morte (que ela é um sono, e que os mortos estão dormindo e aguardando o dia da sua ressurreição), devem pregar com mais intensidade, à medida que a união dos 3 espíritos imundos se faz mais presente em nossa sociedade.

O que estamos fazendo para alertar ao mundo sobre esta diabólica mentira da imortalidade da alma (cf. Gên. 3:4)?

O que estamos fazendo para que as pessoas se libertem das garras do diabo, tão ferozmente apresentadas em notícias como as que citei acima? E olha que as grandes redes de TV frequentemente passam novelas e filmes "espíritas", entrando nos lares de milhões de pessoas pelo mundo afora!

"Para que o mal triunfe basta apenas que os bons não façam nada".


Veja também:
- Presença espírita na Bíblia?

 

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