Acredito que praticamente todo Adventista do 7º Dia ja ouviu alguém dizer que a IASD é uma "seita".
Talvez sejamos uma das denominações religiosas mais discriminadas em nosso país, tanto do ponto de vista da guarda do sábado (empregos, concursos, aulas, etc.), quanto com relação a outros pontos de nossa doutrina.
É curioso observar que mesmo dentro do Cristianismo, muitos "cristãos" demonstram um grande preconceito para com nossa amada Igreja. Recebo freqüentemente e-mails de pessoas de outras denominações que insistem em usar argumentos fantasiosos e humanos para "provar" que os Adventistas estão errados em suas doutrinas.
Algumas revistas voltadas ao público evangélico também adoram nos estampar em suas capas, como meio de vender mais exemplares. Uma delas é a ECLÉSIA.
Hoje eu vou colocar aqui a resposta a um artigo preconceituoso e equivocado que esta dita revista publicou em janeiro de 2001. A excelente resposta foi preparada pelo Pr. Moisés Mattos.
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Adventistas: Evangélicos ou Seita?
Uma resposta ao artigo: “Como água e óleo” – Eclesia – Janeiro de 2001
Acabo de reler a revista Eclésia de janeiro de 2001 onde me deparei com a matéria de Carlos Fernandes intitulada: “Como água e óleo” (p. 50 a 58). Através dela se pretende mostrar que doutrinas antagônicas separam evangélicos de adventistas.
Acredito que Fernandes seja um jornalista, pelo menos é o que posso perceber na sua maneira de escrever.
Em linhas gerais o autor parece ser isento, apenas se limitando a colocar as posições adventistas de um lado e a dos evangélicos do outro. Digo "em linhas gerais", pois de vez em quando ele deixa de ser repórter e se comporta como um “militante” evangélico. O que chega em alguns pontos a tirar a credibilidade do material.
Tergiversações à parte o artigo merece alguns esclarecimentos, o que faço a seguir:
1. A matéria contém imprecisões históricas:
É uma pena que os escribas que escrevem sobre o adventismo não bebam em fontes seguras e primárias. Por "primárias" eu entendo como sendo livros e artigos escritos por pessoas isentas de preconceito e que não escreveram baseados em mitos sobre os adventistas e sua história.
Hoje muitos opúsculos, que estão nas prateleiras de muitas livrarias, na verdade são cópias de cópias, e não refletem a verdade. Quase todos seguem o “trilho do bezerro doente”. Um escreveu e os outros se limitaram a copiar sem investigação acurada.
Infelizmente o senhor Fernandes caiu neste canto da sereia que é pesquisar pouco para escrever. Senão vejamos: Ele diz na p. 51 que Willian Miller “criou o Movimento do Advento” em meados do século 19. À primeira vista é isto mesmo. Mas as coisas não são bem assim.
O Movimento do Advento teve seus fundadores em vários continentes, com a participação de várias religiões. Por exemplo: na América do Sul, um sacerdote católico escreveu um livro sobre o segundo advento de Cristo, com o título “La venida del Messias”. Seu nome era Manuel Lacunza, um jesuíta.
José Wolf, um judeu cristão, também pregou a segunda vinda de Cristo na Europa e no Oriente Médio, e foi até perseguido por isso.
Mas, o interessante é que ninguém fala deles. Centram-se só em Miller como a dizer que ele era um desvairado marcador de datas para a volta de Jesus. Entretanto, Miller era um pesquisador sincero das Escrituras. Teve avanços significativos, e redescobriu pontos da Bíblia esquecidos pelos religiosos de sua época.
Aliás, o artigo diz que quando Jesus não voltou em março de 1843, Miller teria “refeito os cálculos” e chegado à conclusão de que a data seria 22 de outubro de 1844. De novo o Sr. Carlos Fernandes leu na fonte errada. Na verdade quem “refez o cálculo” não foi Miller, mas seus colaboradores, entre eles, Samuel Snow. Para Miller o mais importante não era a data mas a volta do Senhor.
Ainda outro erro histórico: Com o desapontamento de 1844 o movimento fragmentou-se em vários grupos.
O grupo dos que desanimaram e abandonaram a fé foi grande; o segundo foi o grupo do “status quo” que continuou a marcar datas para a vinda de Cristo. E o terceiro grupo foi formado por um conjunto de estudiosos da Bíblia que com oração e lágrimas descobriu as verdades bíblicas até então desconsideradas. Este grupo é que em maio de 1863 tornou se a Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Os três grupos não se “uniram para formar a Associação Geral das Igrejas Adventista do Sétimo Dia”, como quer o articulista (p. 52).
A Igreja Adventista não surgiu de alguma briga de líderes por causa do poder eclesiástico [fato comum em muitas igrejas neo-pentecostais de nossos dias], mas por um grupo que entendeu que Deus os chamou para pregar uma mensagem bíblica, cristocêntrica e equilibrada.
Ellen White teve participação no desenvolvimento da doutrina, mas não foi ela quem “lançou as bases da fé adventista”, como apregoa a revista Eclésia.
Pessoas piedosas estudaram profundamente as Escrituras e chegaram às conclusões sobre pontos doutrinários. Ellen com suas visões apenas confirmou ou retificou o que já se havia estudado.
2. A matéria contém distorções sobre as doutrinas adventistas.
Em minha experiência de cristão aprendi que nem sempre uma heresia é exatamente uma doutrina errada, mas pode ser uma ênfase errada numa doutrina certa.
Propositalmente ou não, é o que o acontece quando muitos dos chamados “especialistas em apologética” falam ou escrevem sobre doutrinas adventistas.
Por exemplo, o Sr. Roque Carvalho, um dos entrevistados diz o seguinte sobre a maneira como os adventistas vêem a questão da salvação: “Se a salvação, para eles, depende da obediência à lei do Antigo Testamento, então a graça de Deus não faz sentido” (p. 58). Ele então desafia: “É possível ser meio cristão?”. Que argumentação paupérrima e descabida!
Os adventistas não crêem em salvação pelas obras da lei. Vamos colocar as coisas nos devidos lugares.
A Igreja Adventista crê na salvação pela graça por meio da fé em Cristo (Efésios 2:8). Entende também que sendo perdoada e justificada por Cristo (Romanos 5:1) a pessoa agora guarda, pela fé, os mandamentos de Deus. Pois fé sem obras é morta (Tiago 2:17).
A grande dificuldade de alguns evangélicos é entender a verdadeira função da lei moral de Deus na vida do cristão.
Eles ficam confusos quando lêem Paulo escrever quye “ninguém será justificado diante dele por obras da lei...” (Romanos 3:20) e logo a seguir “a lei é santa e o mandamento, santo e justo e bom.” (Romanos 7:12).
Afinal, Paulo era contra ou a favor da lei? Um estudo isento de preconceitos e dentro de princípios hermenêuticos sérios, mostrará que Paulo era contra o mau uso da lei de Deus. Na sua época, pessoas achavam que seriam salvas apenas cumprindo os preceitos, e deixavam Jesus de lado. Para Paulo, a lei mostra o pecado (Romanos 3:20), e como um aio (um ajudador) conduz o pecador a Cristo (Gálatas 3:24) a fim de que este seja justificado pela sua fé.
Desta forma o apóstolo não descartou a lei, mas colocou-a no seu devido lugar: mostrar o pecado.
Todavia, o problema está com os que param por ai e dizem que "Paulo nos desobriga de guardar a lei".
Ledo engano! O mesmo escritor sagrado diz que os “simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados” (Romanos 2:20).
Estaria ele (Paulo) pregando salvação pela lei? De forma alguma. Ele apenas está dizendo que os que guardam a lei o fazem depois de terem uma experiência de salvação com Jesus Cristo e Sua graça.
Portanto, para os Adventistas do 7º Dia, guardar a lei não é um meio de salvação, mas uma conseqüência da salvação.
Alguns parecem dizer que estar salvo em Cristo é o mesmo que desobedecer a lei. Isto é um absurdo que nem os oponentes gratuítos do adventismo aceitariam.
Teimam em distorcer este assunto. Talvez por medo de seus fiéis compreenderem esta verdade bíblica e eles perderem suas gratificantes funções de “intérpretes da lei.” É curioso observar que os escribas e pastores modernos usam do Velho Testamento só o que lhes interessa. Quando o assunto é dízimo, por exemplo, logo eles correm para Levíticos, Deuteronômio e Malaquias. Mas quando se fala em sábado dizem que ele foi abolido.
Outro exemplo de distorção ficou por conta do Pr. Natanael Rinaldi. Duas coisas ditas por ele merecem uma explicação maior. A primeira é com respeito a Miguel ser igual a Cristo. Na verdade Miguel é um dos nomes de Cristo na Bíblia. Com um razoável conhecimento de hebraico se conclui que o nome Miguel quer dizer: “Quem é igual a Deus?” E a resposta natural seria esta: "Somente Jesus Cristo". Portanto, diferente do que expõe Rinaldi, dizer que Miguel é um nome de Cristo na Bíblia não relativiza a deidade de Cristo, mas a confirma. Para o adventismo, Jesus Cristo é Deus em plenitude de Divindade (Colossenses 2:9).
É provável que alguma autoridade do Centro Apologético Cristão de Pesquisas ainda fique com dúvidas e argumente dizendo que a Bíblia fala de Miguel como um arcanjo e não como Cristo. Pois bem, seria interessante lembrá-lo de que a palavra bíblica para "anjo" também quer dizer “mensageiro”. E Jesus Cristo foi o mensageiro de Deus para a humanidade. Em Cristo está a maior revelação de Deus Pai (Hebreus 1:1 e 2). E ainda mais, devemos recordar que ao identificar Jesus como o “Arcanjo Miguel”, a Bíblia não O torna um mero anjo, como também não O transforma em animal ao identificá-Lo como um “Cordeiro” (João 1:29) ou como um “leão” (Apocalipse 5:5).
Algo mais: Miguel, em Daniel 12:1 e 2, aparece para defender o povo de Deus, e de acordo com o profeta, ocorre uma ressurreição como conseqüência disto. Será que um anjo pode ressuscitar mortos? É fácil observar que este "Miguel" deve ser mais do que um anjo...
Outra afirmação infeliz: “Os adventistas consideram que Cristo adentrou no santuário celeste em 1844...”. Quem disse isto? Onde Rinaldi encontrou tal afirmação nas publicações oficiais da IASD?
A literatura adventista deixa claro que Cristo pode ir (e foi) ao lugar santíssimo do santuário celeste desde Sua ascensão ao céu. O que se destaca é que em 1844 (segundo a profecia de Daniel 8:14) Jesus iniciou a fase do Santíssimo no santuário celestial. Todavia, Ele sempre trabalhou em nosso favor, como intercessor. Os adventistas não limitam a Cristo e Sua obra.
Sobre este ponto seria saudável dizer que embora a obra de salvação foi completa na cruz do calvário, seus efeitos serão sentidos por toda a eternidade. Alguns não entendem porque Jesus hoje está ministrando no Santuário Celestial (Hebreus 8:1 e 2) como sumo Sacerdote se Ele já fez tudo na cruz. Eles não entendem que a salvação é um plano completo. Ela envolve o nascimento sobrenatural, a vida impecável de Cristo, Sua morte na cruz, Sua ressurreição, Sua intercessão e o juízo no santuário celestial, e a Sua segunda vinda para fazer o juízo final.
A mesma Bíblia que diz que quem não crê em Cristo “já está julgado (João 3:18), também diz que Deus “estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça...” (Atos 17:31). Portanto, ao se falar sobre a obra de Cristo na cruz, temos que enfatizar todos os atos do Senhor antes e depois dela. A cruz é o centro, e o centro deve ser um ponto de atração de todos os demais atos do plano de salvação, sem anulá-los.
Deveria parar aqui, mas Rinaldi tem outra afirmação infeliz: “os ensinos de Ellen White deixam claro que o Salvador não é Cristo, e sim, Satanás, já que sobre ele seriam lançados os pecados, à semelhança do bode emissário descrito no livro de Levítico” (p. 52).
O arguto pesquisador certamente está por dedução tentando distorcer a aplicação adventista sobre o bode por Azazel (Levíticos 16:8). Azazel e o bode emissário representam a mesma coisa. No original hebraico está exatamente assim: “E lançará Arão sorte sobre os dois bodes. Uma sorte para Javé e outra sorte para Azazel.”
Comentando este texto, veja o que diz o comentário evangélico (não adventista) The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge: “Partindo do fato de que há um contraste entre expressões ‘para Jeová’ ‘para Azazel’, supõem muitos que Azazel seja um nome oposto a Jeová, um monstro do deserto, um demônio, ou diretamente Satanás... O contraste entre ‘para Jeová’ e ‘para Azazel’ favorece a interpretação de Azazel como substantivo próprio, sugerindo em si mesmo, uma referência a Satanás.”
Desta maneira, o bode emissário (Azazel) é visto como o próprio Satanás. Porém a acusação é de que os adventistas por interpretarem assim Levítico 16 estão dizendo que o diabo é o salvador, e não Cristo. Não sei onde se lê esta afirmação nos livros adventistas!
Para os adventistas, Azazel (Satanás) não participa da expiação. Ele não é o Salvador, pois ele não derramou seu sangue. Isto é concluído a partir de uma leitura bem feita de Levítico 16:9 e 10. O verso 9 fala do bode “para o Senhor” (que simbolizava Cristo) que era o único que tinha o seu sangue derramado. “Sem derramamento de sangue não há remissão” (Hebreus 9:22). O verso 10 fala do bode emissário (Azazel) cujo sangue não era derramado, em resumo ele não era oferecido em sacrifício pelo pecado. Ele apenas simbolicamente carregava os pecados do povo e morria no deserto sem derramar sangue. O bode emissário prefigura Satanás que vai morrer, não para perdoar pecados, mas por causa dos pecados que cometeu e induziu pessoas a cometer (Apocalipse 20:7 e 10).
Portanto, dizer que por esta interpretação de Levítico 16 os adventistas crêem em Satanás como salvador é um absurdo dos mais preconceituosos.
Satanás não é, nem nunca foi nosso salvador. A Igreja Adventista do Sétimo Dia nunca ensinou isto.
Conclusão:
Muita coisa ainda poderia ser dita sobre a polêmica e frágil matéria da revista evangélica. Porém, gostaria de fazer mais duas explicações e depois uma pergunta:
a. Estado do homem na morte:
Na Bíblia, a alma significa a pessoa total. O homem não tem uma alma, ele é uma alma. Gênesis 2:7 diz que da junção de fôlego de vida e do pó da terra é que o homem foi feito “alma vivente”. Não veio uma “alma” e "entrou dentro" dele, mas ele inteiro passou a ser uma alma. Portanto, "alma" significa a pessoa inteira. A morte seria a desintegração da alma. O pó volta à terra e o espírito (ruach no hebraico = fôlego de vida) volta para Deus (Eclesiastes 12:7).
Há várias razões par se crer que a alma é mortal:
“A alma que pecar esta morrerá” (Ezequiel 18:4). Ezequiel não está falando figurativamente (ou espiritualmente apenas). Ele está falando de pessoas e situações reais (leia também Ezequiel 18:1 a 9).
A única vez que a palavra "imortal" aparece na Bíblia, é atribuída a Deus (I Timóteo 1:17). A idéia de uma alma imortal é de origem pagã. Os gregos a transmitiram para os judeus, e esta pregação anti-bíblica chegou até os cristãos.
O inferno como lago de fogo acontecerá no fim (Apocalipse 20:14). A palavra "inferno" quer dizer sepultura ou lugar inferior. O credo dos apóstolos diz que Jesus morreu e desceu aos infernos (sepultura). Só uma perguntinha: Se as pessoas que morrem hoje já vão para o céu ou para o inferno de condenação, por que Deus terá que realizar um juízo final? Afinal de contas já não estão todos julgados? Quando a Bíblia usa a palavra "inferno" no sentido de fogo o faz referindo-se ao lago de fogo no fim.
b. A questão do adventismo como seita.
A questão do adventismo ser ou não uma seita não me preocupa. Explico porque: Nem sempre a palavra "seita" tem uma conotação ruim ou desastrosa. Os “especialistas em apologética” que usam de forma indiscriminada esta palavra para ofender o adventismo certamente estudaram a história do cristianismo [ou pelo menos deveriam ter estudado].
Em seus primórdios, a igreja cristã nada mais era do que uma seita rejeitada do judaísmo. Nem por isso o cristianismo deixou de ser a fé verdadeira (cf. Atos 24).
Se continuarmos a pesquisa veremos que o mesmo ocorreu com a Reforma Protestante do século 16. Lutero, Calvino e outros eram considerados uma “seita do diabo” por aqueles que detinham as “chaves do céu e do inferno”: a igreja oficial romana.
Apesar de os adventistas se considerarem cristãos por crerem nas doutrinas essenciais do cristianismo, eles empunham a bandeira de doutrinas que têm sido esquecidas pelos chamados cristãos evangélicos em nossos dias.
Walter Martin, conhecido autor batista do livro The Kingdon of the Cults, depois de uma exaustiva pesquisa sobre doutrinas adventistas concluiu que, embora a igreja tenha doutrinas distintivas, ela ainda pode ser cristã por proclamar verdades básicas do cristianismo.
Apesar disto, ser chamado de "seita" por uma causa justa não é ruim, mas um testemunho da verdade no tempo do fim.
c. Uma última pergunta:
Durante toda a reportagem se falou de um aparente confronto entre a igreja adventista e os evangélicos. Mas, perdoem-me a pergunta incisiva: De que povo "evangélico" estamos falando? Confesso que tenho dúvidas sobre quem são de fato os verdadeiros evangélicos em nossos dias.
Às vezes acho que são os protestantes históricos, que receberam um legado maravilhoso dos homens de Deus que foram os precursores da fé. Mas, desisto de pensar assim, pois algumas destas igrejas estão mais ligadas a uma filosofia e teorias de teólogos do que na Bíblia. O princípio de “sola scriptura” foi sorrateiramente substituído por teorias e métodos racionalistas de estudo bíblico. O fervor missionário de algumas correntes religiosas tem estado em queda, e em alguns países os templos destas denominações têm sido vendidos por absoluta falta de assistência dos fiéis que perderam a fé e a devoção.
Às vezes chego a pensar que são os queridos e fervorosos irmãos "pentecostais". Mas infelizmente alguns se limitam apenas a uma interpretação unilateral dos dons do Espírito. Onde estão as outras doutrinas bíblicas? A fé muitas vezes é baseada só na emoção em detrimento de um “Assim diz o Senhor”. Em muitas dessas igrejas pentencostais modernas, temas como ressurreição, volta de Jesus, reforma de saúde, etc., nunca são pregados, pois causariam uma grande confusão com os temas anti-bíblicos amplamente ensinados por estas igrejas.
Será que por evangélicos devo entender alguns (não todos) dos políticos que usam o nome de evangélicos para conseguir votos dos de boa fé?
Será que evangélicos são alguns (não todos) dos pregadores do rádio e da televisão que fazem um império monetário na Terra, e vivem fugindo da Receita Federal como o diabo foge da cruz?
Ou evangélicos serão alguns pregadores que gostam de estar de bem com todos fazendo um discurso politicamente correto, e não raro estando envolvidos em escândalos financeiros e sexuais, manchando o nome de Cristo?
Seriam evangélicos, alguns determinados “artistas” que continuam vivendo como sempre viveram (prostituição, luxúrias, drogas, imoralidades, etc.) e se declaram evangélicos nas entrevistas?
Sinceramente, ser evangélico é viver o evangelho de Cristo. Alguns tipos de "evangélicos" não me fascinam.
Simplesmente ter o nome de evangélico pode não significar nada. Parafraseando Paulo, eu diria: “Evangélico ou não evangélico não importa, mas sim ser uma nova criatura” (cf. Gál. 6:15).
Autor: Pr. Moisés Mattos
Adaptação e acréscimos: Prof. Gilson Medeiros
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Excelente material!
Aproveite, e dê uma olhada nestes outros artigos:
Quem é o Arcanjo Miguel?
Quem representa o bode Azazel?
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Aqueles que têm um pouco mais de tempo na Igreja vão lembrar de um livrinho cujo título era bem sugestivo: "O que eu gosto nos...".
Este livro mostrava os pontos positivos de diversas denominações cristãs, na tentativa de esclarecer que todos têm algo bom a oferecer.
Resolvi fazer, então, minha própria lista de pontos positivos que observo em algumas denominações cristãs ou religiões não-cristãs. Lembro que não estou levando em conta a "teologia" deles, com os pontos doutrinários que sei que não estão em harmonia com a Bíblia. Meu objetivo é apenas demonstrar que podemos aprender muito, como Igreja, com pessoas sinceras que vivem uma fé diferente da nossa.
Quem sabe não podemos aprender o que eles têm de melhor, e também colocarmos em prática em nossa própria vida... como Adventistas do 7º Dia?!
Isso não tem nada com COPIAR as outras igrejas, pois não podemos negar que em alguns pontos os não-Adventistas vivem a "prática" do cristianismo bem melhor que alguns Adventistas.
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O que eu gosto nos...
Católicos Romanos
- Sua certeza de que a Igreja Católica é a mais importante. As festas religiosas promovidas arrastam verdadeiras multidões, que não medem esforços para participarem destes momentos de demonstração de sua fé.
Pentecostais
- Seu fervor e entusiasmo na adoração. Eles participam do culto de uma maneira viva e dinâmica, sem se limitarem apenas a "assistir", mas em realmente se envolverem na adoração, seja através dos cânticos, das exclamações de louvor ("aleluia", "amém", "glória"...), das orações, etc.
Batistas tradicionais
- Sua certeza da salvação em Cristo. Eles não vivem duvidando se estão salvos ou não, pois a mensagem da justificação pela fé é fortemente pregada e aceita pelos membros.
Testemunhas de Jeová
- Seu zelo missionário, em sair de casa em casa (e em duplas) para distribuírem suas mensagens. Cada membro tem seu programa pessoal semanal de envolvimento no evangelismo, sem se incomodarem com o sol ou a chuva, pois têm o desejo de deixarem suas literaturas no maior número possível de lares.
Espíritas
- Seu envolvimento em trabalhos sociais de assistência aos mais necessitados. A maioria dos grandes projetos sociais, que atingem uma enorme parcela desassistida da população, têm os espíritas como seus idealizadores, promotores ou realizadores.
Muçulmanos
- Seu estilo de vida saudável. Uma das grandes acusações que os muçulmanos fazem contra o Ocidente é de que nos países professamente cristãos (EUA, Brasil, boa parte da Europa, etc.) o uso de drogas, promiscuidade, AIDS, violências, etc., têm índices muito maiores que nos países muçulmanos. Na alimentação eles também procuram seguir regras que lhes dão um estilo de vida bem mais saudável que em outros países.
Budistas
- Sua rotina de oração (meditação) e sua busca pela paz. Eles estão constantemente procurando aumentar sua capacidade meditativa, o que lhes confere uma mente reflexiva e pacífica. Dificilmente vemos budistas envolvidos em violência, guerras, pancadarias, insultos verbais, etc.
Adventistas da Reforma
- Seu conhecimento do Espírito de Profecia. Os "Reformistas" procuram estudar a fundo os livros de Ellen White, e por isso estão mais dispostos a viverem os seus ensinamentos, seja no aspecto da Reforma de Saúde, na modéstia no vestuário e uso de maquiagens, etc.
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Lembro novamente que não estou levando em conta os aspectos doutrinários de cada religião ou denominação citada acima. O que observei são pontos do seu estilo de vida como "religiosos".
E nos Adventistas do 7º Dia...
O que eu gosto "neles"?
Evidentemente (rs) são muitas coisas:
- Sua excelente qualidade musical;
- Seu estudo metódico e sistemático da Bíblia;
- A forma de culto que prioriza a reflexão em vez da emoção (porém, de forma "exagerada" em alguns casos);
- Os maravilhosos conselhos práticos do Espírito de Profecia;
- O sistema de divisão dos dízimos, que dá chances para que até as menores igrejas tenham bons pastores;
- O Clube de Desbravadores e o de Aventureiros;
- O sistema educacional;
- O dinamismo dos jovens;
- O programa do Ministério Infantil;
- A beleza da cerimônia do lava-pés;
- A qualidade teológica da Lição da Escola Sabatina;
- O zelo em ser fiel aos 10 Mandamentos de Deus;
- O estudos das profecias bíblicas;
- O sistema de estudos bíblicos nos lares;
- O programa de evangelismo público;
- A qualidade da formação nos nossos Seminários de Teologia;
- Etc.
- Etc.
- Etc.
Como membro desta Igreja há 16 anos, eu tenho alegria (e orgulho) em ser Adventista do 7º Dia.
Mas sou consciente o bastante para ver que há coisas que podemos melhorar, e nossos "irmãos" de outras igrejas têm muito a nos ensinar para isso...
O dia 20 de novembro de 2009 entrou para a História como o dia do primeiro "casamento" entre pastores gays no Brasil (veja a notícia).
Não precisamos viver atormentados pela culpa, pois Deus quer nos perdoar...
Há uma história na Bíblia que ilustra de forma muito clara a extensão do amor de Deus pelo pecador. Muitas vezes, só reconhecemos a necessidade que temos de Deus quando estamos em situação desesperadora. Foi o que aconteceu com Manassés (2Crôn. 33:1-17) - ótimo texto para um sermão!
Ele era um rei cruel e idólatra (vv. 1-9)
Manassés teve uma trajetória de vida marcada pela apostasia. Aquele que fora escolhido para ser o representante de Deus, conduziu o povo a um poço cada vez mais fundo. Vejamos alguns dos pecados que são atribuídos a ele:
1. Construiu altares aos deuses pagãos.
2. Adorava os astros
3. Praticava feitiçarias, adivinhações, bruxarias, mediunidade.
4. Queimou os próprios filhos ao demônio.
5. Profanou a casa de Deus, enchendo-a de ídolos pagãos.
Ao olhar para a história de Manassés vemos o quanto ele foi fundo no pecado. Haveria salvação para um homem assim?
Certo dia, há alguns anos, a cidade de Natal acordou chocada. Um homem havia acordado pela manhã com o firme propósito de matar. Matar quem ele encontrasse pela frente.
Os noticiários de rádio muito cedo começaram a informar a tragédia.
Próximo a Natal há uma cidadezinha chamada Santo Antônio. Fica a poucos quilômetros ao norte de Natal.
Este homem saiu de sua casa, armado com facão e facas, e foi seguindo pela estrada que liga Natal e São Gonçalo do Amarante, ferindo aqueles que cruzavam seu caminho.
A Polícia foi avisada e rapidamente dirigiu-se ao local. Conseguiu encurralar o homem em uma pequena granja num povoado próximo a Santo Antônio. Sentindo-se acuado, ele decidiu partir em direção aos policiais, que o alvejaram com vários tiros. Ele já havia ferido várias pessoas naquela manhã, e matado outras 15!
Se este homem tivesse escapado com vida, e tivesse, depois de algum tempo, buscado o perdão de Deus, teria recebido misericórdia? Deus perdoaria um ato tão brutal e demoníaco?
É claro que sim!
Muitas vezes o pecador é “despertado” de forma dolorosa (vv. 10-13)
Apesar de todas as tentativas que Deus fez de trazer de volta o rei e o povo, eles O rejeitaram (v. 10). Agora só restava uma alternativa: a opressão da Assíria.
Por volta do ano 650 a.C., Assurbanipal invade Judá e leva Manassés prisioneiro. O poderoso rei de Israel, que deveria ser o representante máximo de Jeová para o mundo, agora estava humilhado, acorrentado, tratado como um animal, sendo conduzido com ganchos no nariz.
Na maioria das vezes, quando desprezamos os chamados de Deus, temos que sofrer as conseqüências da desobediência, e o sofrimento é o que nos despertará, quando o puro amor não conseguiu.
Em uma prisão imunda, Manassés lembra-se de que Jeová ainda estava vivo. O Deus a quem ele tanto desprezara era sua única salvação naquele momento. Assim como Davi no Sl 103:8-11, Manassés suplica a misericórdia de Deus, e Deus Se torna favorável para com ele (Que Deus maravilhoso!).
Apesar de toda maldade, Deus dá uma nova chance a Manassés, e o coloca novamente no trono da nação.
Quantos de nós colocaríamos novamente Manassés no trono? Quantos de nós permitiríamos que nossos filhos fossem acampar com um membro “fiel” da Igreja, que no passado havia sido um estuprador e assassino? Confiaríamos nossos filhos a alguém com um passado tão negro?
A alegria de ser perdoado (vv. 14-17)
Ao retornar para o reino, Manassés começa uma obra de reforma na nação que ele havia conduzido à apostasia. Sabe por quê?
Não é possível sentir a plenitude da graça e não querer restaurar a vida arruinada.
Manassés restaura o culto ao Deus verdadeiro, e conduz o povo de volta ao Senhor.
A restauração foi completa: Templo, casas, altares, vidas, destruição dos ídolos, etc.
O povo agora adorava somente ao Deus Eterno (v. 17) – que vitória!
Caro internauta...
Há momentos em que chegamos a pensar que o perdão de Deus não é suficiente para restaurar criminosos tão bárbaros como os que aparecem diariamente nos noticiários policiais.
“Quando alguém que vagou longe no pecado procura voltar para Deus, encontrará suspeita e crítica. Há os que duvidarão de que o arrependimento seja genuíno, ou insinuarão: ‘Ele não tem estabilidade; não creio que resista’. Tais pessoas não fazem a obra de Deus, porém a de Satanás, que é o acusador dos irmãos. Por suas críticas, o maligno espera desencorajar aquela alma, afastá-la ainda mais da esperança e de Deus” – Parábolas de Jesus, pág. 190.
Certa vez eu ouvi alguém dizer que quando guardamos ódio ou rancor por alguém, é como se tomássemos veneno na esperança de que o outro (o alvo do ódio) morresse.
Certa vez eu recebi uma ilustração para este tema, que achei por bem disponibilizar para vocês.
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho.
Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado.
Antes que seu pai dissesse alguma coisa, o menino fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você atire todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla a sua vida.
Autor desconhecido
Você já observou como os cultos de domingo e quarta-feira estão na UTI na maioria das nossas Igrejas?
Em algumas, até o programa do Sábado está com um ar "frio" e "sem vida".
O que podemos fazer para reavivarmos nossas Igrejas?
Como podemos melhorar a audiências aos cultos?
O que fazer para trazer mais visitas?
Considere as seguintes sugestões, designadas para acrescentar vida e vigor ao serviço de adoração. O culto inspirado não apenas é uma marca de qualidade, mas é característica vital numa igreja que cresce.
Eles não estão descritos com grandes detalhes, dando ampla oportunidade para cada congregação de adaptá-los às necessidades locais.
SERMÃO
1. Dramatize uma passagem da Bíblia como parte do sermão.
2. Não conte uma história infantil no início do sermão, mas introduza uma “caixa de surpresas”.Verifique o conteúdo periodicamente para estimular curiosidade e use objetos da caixa como uma ilustração visual do sermão.
3. Tente um “sermão musical”. Escolha os hinos de tal maneira que sirvam aos objetivos da mensagem. Isso funciona bem se o tópico do sermão é o "louvor".
4. Use gráficos e audiovisuais. Permita que a congregação veja mais do que ouve.
5. Promova um curso de reciclagem para os pregadores de sua Igreja.
6. Faça um rodízio entre os pregadores do seu Distrito, para que a Igreja tenha sempre uma pessoa nova repartindo o Pão da Vida.
7. Introduza o acompanhamento de algum instrumento musical bem tocado (flauta, violão, teclado). Isso aumentará a qualidade do cântico congregacional.
8. Aprenda um novo hino do hinário para ser ensinado no serviço de cânticos a cada culto.
9. Tenha dois ou mais cantores de apoio com microfones à frente para encorajar a participação de todos.
10. Conclua o sermão com um apelo acompanhado por um hino cantado pela congregação com mãos erguidas, como símbolo de compromisso e unidade.
ORAÇÃO
11. Tenha três pessoas partilhando a oração. Uma responsável pelo louvor, outra pela gratidão e outra pela intercessão, que são as partes de uma oração feita no culto de adoração.
12. Convide (com antecedência) uma criança para oferecer a oração inicial. As palavras podem ser simples, mas o impacto será grande.
13. Tenha pessoas de diferentes grupos da congregação oferecendo a oração cada semana. Aponte pessoas como representantes daquele grupo: pais, jovens, universitários, crianças, casais, idosos, etc.
14. Tenha uma família, ou classe da Escola Sabatina, pequeno grupo, desbravadores, etc., com oportunidade de orar. Cada pessoa do grupo oferecendo uma frase. A participação é o elemento crucial aqui.
ESCRITURAS
15. Tente leitura antifonal (responsiva), com jovens e idosos ou homens e mulheres. Lendo responsivamente segmentos da Bíblia, logo após o Serviço de Cânticos.
16. Ilustre a leitura com slides, filmes ou vídeo. Use fundo musical para a leitura.
17. Tenha um membro em que o texto das Escrituras seja apresentado na forma de vídeo ou áudio (pode ser a coleção de Cid Moreira), ilustrado pelo slide de uma paisagem, caso a Igreja possua projetor de vídeo.
OFERTAS
18. Coloque as famílias como responsáveis pela coleta das ofertas, pelo menos uma vez ao mês. 19. Tenha, de vez em quando, crianças uniformizadas (Desbravadores, Aventureiros, alunos da Escola Adventista, etc.) coletando as ofertas.
20. Na Escola Sabatina do 13º sábado, convide a congregação para trazer suas ofertas vindo à frente e depositando-as numa cesta. Isso providencia movimentação para os jovens adoradores.
21. Traga pessoas para testemunharem sobre a fidelidade na mordomia.
BOAS VINDAS
22. Convide os membros a apresentarem as visitas que eles trouxeram.
23. Estimule o povo a cumprimentar os que estão próximos deles.
24. Faça um cartão especial para ser entregue ao visitante pela primeira vez, com o endereço da Igreja, horário dos cultos, telefone dos Anciãos e do Pastor.
CRIANÇAS
25. Convide-as a virem à frente durante o hino final, fixando os desenhos que fizeram durante o culto, em um mural.
26. Recolha os desenhos à porta e fixe os melhores no quadro de anúncios.
27. Planeje o culto das crianças uma ou duas vezes no semestre. Deixe-as participar o quanto possível.
28. Forme um coral de crianças.
29. Convide as crianças a dramatizarem alguma história bíblica bem conhecida, na frente da congregação.
TESTEMUNHO
30. Entreviste alguém na congregação sobre sua conversão, profissão, etc. Se algo realmente importante aconteceu a alguém, entreviste-a. Deixe a pessoa partilhar sua gratidão e alegria perante Deus e a congregação.
31. Filme uma entrevista com um membro, dando à pessoa a chance de partilhar seu testemunho. Mostre a pessoa em seu dia-a-dia (no seu trabalho, casa e na igreja).
32. Providencie oportunidade para os membros expressarem emoção quando algo acontece que afeta a congregação - tragédias, maravilhosas bênçãos, crise, etc.
33. Peça que duas pessoas comentem o sermão do último sábado, mostrando em que a verdade apresentada tem afetado a sua vida.
OUTRAS IDÉIAS
34. Mude a seqüência dos eventos (sermão antes dos pedidos de oração na quarta-feira, por exemplo). Não caia na FRIA e MONÓTONA rotina.
35. Planeje períodos de meditação durante o culto. O silêncio também tem seu lugar.
36. Traga famílias à plataforma. Podem ser responsáveis pelo hino, boas vindas, leitura de Bíblia, etc.
37. Planeje a ceia para sexta à noite. Use pedaços grandes de pão e grandes cálices de vinho. Candelabros e o assentar-se ao redor de uma grande mesa podem dar um efeito todo especial.
38. Transforme o culto de domingo em um culto realmente evangelístico, com brindes, mensagens musicais alegres e uma mensagem bíblica doutrinária e cristocêntrica.
39. Integre os Desbravadores em todos os eventos da Igreja.
40. Promova freqüentemente um almoço de sábado com toda a Igreja, onde cada um traz um "prato" para partilhar com os demais.
Pela a Deus sabedoria, e Ele te concederá a luz para fazer de tua Igreja o MELHOR LUGAR DO MUNDO.
Vivemos hoje em dia em um período de busca pela espiritualidade. As pessoas estão correndo de um lado para outro, tentando encontrar no misticismo, ou na religião de um modo geral, uma saída para suas angústias.
Aproveitando-se deste momento, algumas igrejas desenvolveram a chamada "Teologia da Prosperidade", na qual as pessoas buscam uma vida de abundância e fartura materiais já neste mundo, pois crêem que o Senhor é o dono da prata e do ouro e, portanto, quem é fiel a Ele (nos moldes da teologia da prosperidade) tem o "direito" de ser abençoado com riquezas.
Você pode observar que os programas de televisão próprios destas igrejas (algumas têm até canal próprio em TV aberta), sempre mostram testemunhos de bênçãos relacionadas a dinheiro. Os mais comuns são:
"Eu estava atolado em dívidas. O inimigo me amarrou e me colocou no lamaçal. Mas quando eu fiz meu voto de fé, realizei o sacrifício e participei da 'corrente da libertação financeira' minha vida mudou... Hoje tenho uma empresa cheia de clientes, casa em bairro nobre, 2 carros na garagem e um vida sossegada...".
"Meu casamento estava amarrado pelos espíritos maus. Eu não via solução. Me sentia um derrotado. Mas quando eu cheguei na igreja, e o pastor falou que Deus sempre cumpre as promessas para os féis, eu resolvi fazer minha parte... Fiz o sacrifício e trouxe minha oferta para a 'fogueira'.... uma semana depois eu já estava recebendo a bênção. Meu casamento hoje está restaurado, temos uma pequena empresa, troquei de carro e fiz uma reforma em nosso casa. Hoje eu sou um homem abençoado".
E por ai vai... só mudam os sinônimos, mas o conteúdo é o mesmo: "eu estava na lama, fiz o sacrifício e depositei no altar do Senhor, ai minha vida melhorou. Hoje tenho carro, casa, empresa... etc.".
Algumas igrejas são especialistas em criarem "slogans" com frases de efeito:
FOGUEIRA SANTA DE ISRAEL
CAMPANHA DA ROSA UNGIDA
CORRENTE DO ÓLEO DA UNÇÃO
NAÇÃO DOS 318
CAMPANHA DO DESCARREGO
VIGÍLIA DA LIBERTAÇÃO FINANCEIRA
CAMPANHA DO SANTUÁRIO DO ALTÍSSIMO
Em todas elas, as pessoas são ensinadas que quanto maior o $acrifício, maiores serão as bênção$.
Acredito que foi por saber que o nosso mundo estaria nesta condição, que o Senhor Jesus perguntou:
Jesus sabia muito bem que os homens e mulheres dos últimos dias só iam querer saber do "venha a nós", e esqueceriam totalmente da obediência e a coerência em sua fé.
Graça a Deus que nós podemos dar um "SIM" para a pergunta de Jesus, pois quando Ele vier encontrará pessoas com a fé verdadeira. Talvez não sejam a maioria, mais certamente serão o povo mais abençoado da face da Terra, pois são chamados de "santos", e identificados como aqueles que "guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus" (Apoc. 14:12).
Que bom que nós estamos neste grupo...
Eu fico impressionado com a criatividade de nossos grandes compositores. Além de letras muito lindas, eu observo o cuidado na escolha dos títulos para as músicas.
Um título que me chamou a atenção no meio Adventista foi "Deus não Se cansa de amar".
Que resumo belíssimo de todo o plano da salvação!
Não importa a cor de sua pele... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa o saldo da sua conta bancária... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se você mora em um casebre ou em um palácio... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se você é um phD ou se não sabe assinar o nome... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se seu sobrenome é pomposo ou comum... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se seu passado é rico em vitórias ou completo de derrotas... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se os outros o chamam de "doutor" ou de "hei!"... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se o mundo o ama ou o ignora... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se você crê nEle, ou O despreza... Deus não Se cansa de amar você.
A grandeza e infinitude do amor de Deus por todos nós é algo que não conseguiremos jamais entender, pelo menos não no decurso desta nossa vida miseravelmente atolada no pecado.
Eu, pessoalmente, passei a entender um pouco mais sobre o quanto Deus me ama (a mim, Gilson) foi quando me tornei pai de 2 meninas. Elas me têm ajudado a entender o quanto os escritores bíblicos foram sabiamente inspirados na utilização do simbolismo "pai-filhos" para nos ajudar a entender nossa relação com Deus.
Quantas vezes eu já não sofri por ver minhas filhas sofrendo! Quanto já não chorei por dentro por não conseguir amenizar-lhes alguma dor! Quantas vezes eu fui mal compreendido por querer dar-lhes algo melhor, mas que era diferente daquilo que elas, em suas mentes infantis, pensavam ser mais interessante! Quantas vezes não tive que repetir a mesma orientação, e bastava virar as costas para que elas fizessem exatamente o contrário!
Apesar de todo esforço e abnegação que o cuidado delas me custam, eu seria capaz de dar minha vida se isto fosse necessário para que a Amarílis (de 10 anos) ou a Iris (de 4 anos) tivessem a chance de continuar vivendo, mesmo que eu já não mais estivesse ao seu lado...
É assim que Deus age... exatamente assim!
Agimos como filhos mimados, egoístas, egocêntricos... mas Ele continua lá, nos amando.
Basta que Ele "vire as costas" para que façamos exatamente o contrário do que Ele orientou... mas Ele continua lá... amando.
Muitas vezes, como adolescentes rebeldes e "cabeçudos", agimos como se quiséssemos que Ele não mais Se intrometesse em nossas vidas... mas Ele não sai de lá... e amando...
Que amor é este?!
Você já parou hoje para tentar entender o que Deus sente por você?
Obrigado por nos permitir chamá-lo de "Pai"!
Uma coisa que tenho observado nos críticos da Igreja Adventista, tanto os do passado quanto os do presente, é que eles nunca mencionam Ellen White em seus argumentos contra a doutrina da Igreja, ou quando o fazem é no estilo "self-service", escolhendo texto sem levar em conta o "pano de fundo" no qual o mesmo foi escrito.
Ultimamente têm surgido muito material na Internet questionando temas da nossa doutrina, como a Trindade, a Pessoa do Espírito Santo, a devolução dos Dízimos, o modelo administrativo, etc. Mas nota-se claramente que quase nunca são citados textos da autora. Por que?
Resolvi, então, analisar aqui rapidamente alguns pontos referentes ao ministério de Ellen White. Meu objetivo não é fazer um estudo exaustivo sobre o tema, o que está além das características de um Blog, mas sim resumir de forma básica o assunto. O material é uma adaptação de tópicos do excelente livro do Dr. Herbert Douglass, "Mensageira do Senhor", ponto de partida para todo sincero estudioso do ministério profético de Ellen White.
Quem São os que Não Aceitam Ellen White como Profetiza?
1. Aqueles que crêem em alguma forma de inspiração verbal baseiam muitas vezes sua crítica ou rejeição na casual mudança de uma palavra ou data questionável. Dizem que se existem erros históricos ou científicos, por exemplo, então não podemos crer na inspiração do profeta.
2. Aqueles que estão, consciente ou inconscientemente, comprometidos com certas doutrinas teológicas inadequadas expostas por alguns reformadores protestantes. Por isso rejeitam os principais aspectos dos ensinos de Ellen White sobre o plano da salvação. Por exemplo: Os que não crêem que Cristo desenvolveu duas fases específicas como Sumo Sacerdote após Sua ascensão rejeitarão abertamente a contribuição de Ellen White à doutrina adventista do santuário, e provavelmente seu ministério de ensino em geral.
3. Aqueles que ficam incomodados com a reprovação de pecados particulares, também tendem a descartar a orientação profética.
4. Os que têm algum preconceito pela fato de não aceitarem que Deus usaria uma mulher como Sua mensageira para estes últimos dias.
Quando uma pessoa é classificada em uma dessas categorias, a reação normal é a mesma exercida pelos que não aceitam a Bíblia como revelação divina: “Isto não faz sentido para mim” - dizem. Para aqueles que são motivados pela obstinação e orgulho de opinião, ouvir o chamado de Deus para confiar na mensagem quando o mensageiro comete erros humanos não faz sentido.
Porque os Adventistas Crêem no Ministério Profético de Ellen White?
Os Adventistas acreditam que o dom de profecia bíblico, manifestado na vida de diferentes pessoas do passado, tanto homens quanto mulheres, também foi demonstrado na Igreja de Deus do tempo do fim, através do ministério de Ellen Gould White, uma consagrada cristã americana que morreu em 1915, na casa dos 80 anos de idade. E como podemos ter esta certeza?
1) Os profetas verdadeiros devem ensinar conforme o que já está revelado anteriormente, ou seja, não pode haver contradição entre as mensagens de um profeta para outro, pois um só Espírito concede o dom a todos. A Bíblia destaca especialmente dois pontos sobre os quais um verdadeiro profeta poderia ser considerado “iluminado”: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Is 8:19-20). Um profeta verdadeiro não falaria nada contrário à Lei do Senhor, nem iria de encontro ao testemunho revelado por meio de outros profetas.
E Ellen Gould White cumpre perfeitamente esta condição, pois seus escritos nunca contradizem a Lei de Deus; pelo contrário, esta mensageira de Deus recebe inúmeras críticas por escrever exaustivamente sobre a importância de se obedecer aos Mandamentos do Senhor; bem como ela jamais fala algo que venha a desmerecer ou colocar em posição inferior o que está escrito através dos profetas bíblicos. Veja um exemplo:
“A Bíblia e a Bíblia tão só, deve ser nosso credo, o único laço de união; todos os que se submeterem a essa Santa Palavra estarão em harmonia entre si” – Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 416.
2) A própria vida do profeta deve testemunhar de seu relacionamento pessoal com o Senhor. Jesus mesmo definiu um excelente critério para examinarmos a veracidade do ministério de alguém: “pelos seus frutos os conhecereis” (cf. Mt 7:15-20).
No ministério de Ellen Gould White vemos uma vida de perfeita dedicação ao Senhor, e através de sua vasta produção literária (mais de 100.000 páginas) esta mulher procurou sempre levar as pessoas para mais perto do amor e da graça de Cristo. Livros como Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações, O Grande Conflito, História da Redenção, O Maior Discurso de Cristo, etc., têm sido considerados verdadeiras obras-primas literárias sobre a vida e ministério do nosso Senhor Jesus Cristo. Os frutos da vida de Ellen Gould White demonstram a comprovação divina sobre o seu ministério.
3) Através de seus conselhos, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, apesar de jovem, tornou-se modelo mundial de organização, eficiência e crescimento, com um respeitado sistema de educação (recentemente citada em matéria da revista VEJA, inclusive), excelentes instituições médicas e um estilo saudável de vida que tem trazido cura e longevidade para seus membros em todo o mundo; tudo isso graças aos oportunos e inspirados conselhos que Ellen Gould White repassou para a Igreja, após tê-los recebido do próprio Criador e Mantenedor de todas as coisas. Ela escreveu milhares de páginas manuscritas de orientações à Igreja, nas mais diversas áreas: saúde, culinária, família, salvação, finanças, evangelismo, profecias, história da Igreja Cristã, luta do Bem com o Mal, educação dos filhos, pedagogia, etc. Suas obras de saúde, por exemplo, são estudadas por médicos em todo o mundo, que aplicam os conhecimentos ali descritos e conseguem resultados que a medicina convencional jamais conseguiu. As obras sobre educação, por exemplo, são utilizadas por pedagogos para fundamentarem suas pesquisas em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado.
Pergunta-se: como uma mulher semi-alfabetizada poderia explanar tantos conceitos médicos, científicos, filosóficos, antropológicos, sociológicos, além dos teológicos e espirituais, sendo que nunca sentou em um banco universitário, ou não teve acesso às teorias que somente em nossos dias estão sendo comprovadas pelos cientistas?
A resposta parece óbvia...
Deus, o Autor de todo o conhecimento, orientou Ellen White em seus escritos.
A Bíblia declara que nossa atitude para com a obra de um profeta verdadeiro, como o é Ellen Gould White, deve ser de humildade e agradecimento, pois Deus iluminou Seu povo nestes últimos dias com temas e respostas que seriam vitais à Sua militante Igreja do tempo do fim. Não devemos desprezar nem lançar descrédito sobre as mensagens dos profetas do Senhor, sob pena de não recebermos as bênçãos maravilhosas que Ele deseja derramar sobre nós, pelas mensagens dos Seus santos profetas (cf. 2Crôn. 20:20; 1Ts 5:19-21).
Antes de julgar se Ellen White é uma profetiza verdadeira ou não, sugiro que você leia alguns dos seus livros. Comece pelos seguintes: O Desejado de Todas as Nações, O Grande Conflito, Atos dos Apóstolos, Caminho a Cristo, A Ciência do Bom Viver, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, Orientação da Criança, Educação, etc.
Depois de ler, faça a si mesmo esta pergunta:
"Como, há mais de 100 anos, ela pode ter escrito coisas tão impressionantes e atuais"?
O Espírito Santo te mostrará a resposta...
O calendário eclesiástico dedica o último sábado de outubro a um personagem muito especial em nossas vidas. É alguém que escolheu renunciar a si mesmo, para poder dedicar a vida a levar pessoas para o Céu.
Na Igreja Adventista ele dedica tempo integral ao cuidado das "ovelhas". Isso mesmo... hoje é o DIA DO PASTOR.
Você já deu um abraço no seu pastor hoje? Ligou ou mandou um e-mail ou SMS para ele? Disse a ele o quanto o trabalho que ele faz é nobre e elevado? Aproveite e gaste os bônus do seu celular ligando para ele hoje... rsrs
Você pode até ter motivos para criticar ou não gostar do seu pastor. Mas isso não altera o fato de que ele é um homem especial, mesmo com seus defeitos. O ministério evangélico, segundo o Espirito de Profecia, é o trabalho mais digno e relevante a que um jovem possa aspirar, pois seus resultados serão evidenciados por toda a Eternidade.
Seu pastor é um homem comum, de carne e osso, com qualidades e defeitos, erros e acertos, dias bons e dias maus... mas ele é um pastor Adventista, e isso é o que importa.
Muitas vezes nós, ovelhas, não damos aos nossos pastores o devido valor que eles merecem. Estamos sempre prontos a cobrar, criticar, reclamar... mas dificilmente encontramos tempo (ou interesse) em ajudar o pastor em suas lutas, sejam pessoais ou "profissionais".
Hoje, no dia dedicado a este "irmão" especial, diga ao seu pastor alguma palavra de ânimo, para que ele se sinta "reabastecido" para continuar na jornada, árdua, de conduzir esta última geração de filhos e filhas de Deus... Reúna os jovens da Igreja e façam uma visita surpresa a ele, levando um cartão de agradecimento e felicitações, ou algo parecido.
A lição da Escola Sabatina desta semana tratou das semelhanças entre a Páscoa Judaica e a Ceia Cristã.
Nós, Adventistas, não cremos no que os católicos romanos chamam de "transubstanciação", crença dogmática na qual o pão e o vinho da eucaristia se transformam LITERALMENTE no corpo e no sangue de Cristo, respectivamente. No Nordeste do Brasil existem até algumas "lendas" que envolvem os "santos regionais" de que ocorreram ocasiões de pessoas que encheram a boca de sangue ao comungarem da "hóstia consagrada". Tudo crendice!
Cremos, sim, na "consubstanciação", que ensina que o pão (sem fermento) e o vinho (suco puro da uva, não fermentado) se transformam em SÍMBOLOS do corpo e do sangue de Jesus Cristo. Esta crença é muito mais harmonizada com o que as Escrituras ensinam sobre o assunto.
Por ocasião da Santa Ceia, nós temos o privilégio de participar dos "emblemas" sagrados que nos trazem à lembrança o sacrifício expiatório e plenamente eficaz que Jesus realizou na Cruz do Calvário em nosso lugar, pagando o preço pelos nossos vis pecados.
Portanto, a Santa Ceia seria um "mini batismo", no qual reconsagramos nossa vida a Deus, e recebemos dEle o poder para vivermos uma vida de santidade e harmonia com Sua Palavra. É interessante observar que a Santa Ceia é um momento tão especial, que O próprio Jesus Se faz presente:
Veja que o texto inspirado traz importantes revelações:
1. A Santa Ceia é um momento especial, no qual Jesus Se encontra com Seu povo. Não é aquele encontro "rotineiro" dos cultos, mas um encontro especial, diferente - mais glorioso.
2. Mesmo que aqueles que estiverem dirigindo a cerimônia (pastores ou anciãos) não estejam "santificados", e tenham algum pecado oculto acariciado, mesmo assim Deus abençoa a ocasião, pois Cristo está presente para ministrar PESSOALMENTE.
3. Todos os que vão à Santa Ceia, e participam com o coração agradecido e esperançoso, recebem a bênção de Jesus em suas vidas. Todos!!!!
Tenho percebido que alguns têm dúvidas com relação à Santa Ceia, e quero aproveitar aqui para novamente esclarecer algumas delas.
1. Somente membros batizados podem participar da cerimônia?
Nós praticamos a comunhão "aberta", ou seja, todos que entregaram a vida a Cristo podem participar (ver Manual da Igreja, pág. 83). Isso não quer dizer que sejam somente membros batizados da IASD. Veja o que diz Ellen White:
"Podem entrar pessoas que não são, no íntimo, servos da verdade e da santidade, mas que desejem tomar parte no serviço. Não devem ser proibidas. Acham-se ali testemunhas que estavam presentes quando Jesus lavou os pés dos discípulos e de Judas. Olhos mais que humanos contemplam a cena. Por Seu Santo Espírito, Cristo ali está para pôr o selo à Sua ordenança. Está ali para convencer e abrandar o coração. Nem um olhar, nem um pensamento de arrependimento escapa a Sua observação. Pelo coração contrito, quebrantado, espera Ele. Tudo está preparado para a recepção daquela alma. Aquele que lavou os pés de Judas, anseia lavar todo coração da mancha do pecado" (DTN, pág. 656).
Mesmo pessoas que não sejam Adventistas, mas que compreendem a importância da ocasião, e entendem e aceitam o significado da morte e ressurreição de Jesus, podem (e devem) participar.
2. Por que alguns Adventistas preferem não participar da Ceia, alegando estarem "indignos" ou "em pecado"?
Infelizmente, sempre aparecem irmãos e irmãs com afirmações deste tipo, nos momentos de Santa Ceia. Quantas vezes eu já não ouvi alguém dizer: "Eu não vou participar, pois não estou digno"! Quero dizer-lhes que isto é o resultado de uma mente que ainda não entendeu a justificação pela fé, e muito menos o que significa a Ceia do Senhor para o cristão da Nova Aliança. Quero apresentar mais um texto do Espírito de Profecia:
"(...) Aquele que lavou os pés de Judas, anseia lavar todo coração da mancha do pecado. Ninguém deve se excluir da comunhão por estar presente, talvez, alguém que seja indigno. Todo discípulo é chamado a participar publicamente, e dar assim testemunho de que aceita a Cristo como seu Salvador pessoal. (...) Todos quantos ali chegam com a fé baseada nEle, serão grandemente abençoados. Todos quantos negligenciam esses períodos de divino privilégio, sofrerão prejuízo" (DTN, pág. 656).
Percebe o que o texto está dizendo? Jesus lavou até os pés do próprio Judas, e depois entregou em suas traidoras mãos os emblemas do Seu corpo e do Seu sangue.
Ora, se Jesus, o onisciente Deus, não proibiu nem mesmo àquele que O haveria de trair, de participar da Santa Ceia, por que eu ou você devemos achar que não somos dignos de participar?! É claro que somos! Não importam as circunstâncias pecaminosas do momento! Jesus está ali para nos dar Seu perdão e Seu poder transformador. Crês isto?!
3. Quem não participa da comunhão pode tomar parte na cerimônia?
Esta é uma pergunta interessante. Freqüentemente vejo pessoas que participam da cerimônia da Ceia cantando, por exemplo, mas que não participam da comunhão, ou seja, não tomam parte no pão e no vinho. Considero isso uma falta de coerência, pois a pessoa não se acha digna (a não ser que o motivo seja outro) de participar do pão e do vinho, mas está apta a cantar durante a programação? Isso é incoerência teológica pura! Se não participou do pão e do vinho também não deveria cantar ou tomar parte de outra forma, ficando apenas na audiência da programação (o que é uma grande perda para sua vida espiritual, segundo o que já vimos nos textos supracitados).
Provavelmente, o problema está exatamente naquilo que falei anteriormente, pois alguns não entendem ainda o que significa ser "justificado pela fé em Cristo", e sua condição de pecador "salvo no Senhor".
4. Que "tipo" de suco de uva e de pão devem ser usados?
Em certa ocasião, no meu período de colportagem estudantil, me deparei com uma situação inusitada. Eu estava dando uma palestra em uma igreja evangélica pentecostal na cidade de Natal/RN, e após o encerramento do culto o presbítero começou a "puxar" conversa, e em dado momento ele afirmou que havia realizado recentemente uma Ceia em uma cidade do interior, e por falta de opção precisou usar pão francês e "Fanta Uva" como símbolos da cerimônia.
Fatos como estes descaracterizam totalmente o significado da Ceia, pois o pão não pode conter qualquer presença de fermento ou aditivos químicos, e o vinho também deve ser o mais puro suco de uva, sem qualquer adição de conservantes, água, açúcar, ou coisa parecida. Afinal, não são eles os "símbolos" do corpo e do sangue imaculado do Senhor Jesus Cristo?!
5. O que acontece com o pão e o suco que sobram após a cerimônia?
A parte que não foi "consagrada", ou seja, que não recebeu a bênção proferida pelo ministrante da Ceia (Pastor ou Ancião) pode ser aproveitada sem problemas (o vinho que ficou na garrafa, por exemplo).
Mas o pão e o vinho que sobraram na Mesa, após a distribuição aos participantes, devem ser eliminados (enterra-se o pão e derrama-se o vinho na terra), pois não podem servir de "lanche" ou "comida".
Era exatamente esta a acusação que Paulo fazia contra os Coríntios, onde alguns estavam indo para as Ceias apenas para se alimentarem de suco de uva e pão - era a bebedice e glutonaria que ele tanto condenou (cf. 1Cor. 11:21-22).
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Caros amigos, não deixem que o sentimento de derrota pelo pecado tire de vocês a alegria de participarem de uma Santa Ceia. Tenho plena certeza que não há um motivo sequer que possa impedir de um pecador arrependido, e desejoso de receber o toque divino, tomar parte da comunhão.
Se você estiver se sentindo indigno de participar, então você deve ser o primeiro a participar, pois é lá que Jesus vai restaurar sua vida, e te conceder o almejado perdão.
A Lição da Escola Sabatina também abordou o episódio de Jesus no Getsêmani.
(vv. 36-37)
Jesus encerrou Seu trabalho de pregação com os discípulos e realizou a última Ceia. Logo após, o grupo dirige-se ao Getsêmani para um momento especial pelo qual Jesus teria que passar. Judas já não estava mais com o grupo. Jesus e os 11 chegam à entrada do jardim, onde ficam alguns deles e apenas 3 entraram com Jesus.
Pedro, Tiago e João são os convidados a partilharem de um momento especial no ministério de Jesus. Eles têm a tarefa de orar para que nem eles nem Jesus fraquejassem naquele momento crucial para a história da humanidade. O que aconteceu? Eles atenderam ao apelo de Cristo, ou O decepcionaram nesta hora tão difícil? Que lições podemos tirar desta experiência?
I. A PRIMEIRA DECEPÇÃO
Nesta hora de dor, Jesus contava com a oração dos Seus amigos (v. 38). Naquele momento de grande angústia, Jesus esperava contar com o apoio daqueles a quem Ele tinha tanta estima e consideração.
A angústia pela qual Ele estava passando era tremenda. Todos os pecados da humanidade pesavam-Lhe sobre os ombros. (v. 39). Os discípulos mais amados deixam-se vencer pelo sono (vv. 40-41).
Quantas vezes já aconteceu de Jesus ir em busca de nosso auxílio, e nós estarmos “dormindo”?
Mas, o que significa estar “dormindo”? Pode significar muitas coisas...
1. Negligência no trabalho missionário.
2. Vergonha de testemunhar do Evangelho para nossos amigos.
Quando eu fui batizado, eu ainda não estava totalmente preparado para ser um cristão autêntico. Aos 19 anos de idade, eu sentia-me incomodado pelo preconceito que a maioria nutre para com os “crentes”. Então, eu escondia a Bíblia ao ir para a Igreja, pois não queria ser identificado com um “irmão”. Eu colocava minha Bíblia dentro de uma sacolinha de supermercado, e ia caminhando normalmente para que ninguém percebesse que ali estava uma Bíblia. Quando estava perto de chegar na Igreja, retirava a Bíblia da sacola e a colocava sob o braço, para que os irmãos não me criticassem pela minha vergonha em testemunhar.
Que bobagem! Eu estava com vergonha tanto dos de fora da Igreja quanto dos de dentro.
Isso aconteceu até o momento em que percebi que não deveria agir assim. Cristo morreu por mim, por amor a mim, e eu ali estava, com vergonha de testemunhar dEle para os outros.
Foi quando supliquei de Deus o perdão pela minha falta de fé, e passei a não mais ter vergonha de ser cristão, e enfrentar o preconceito de cabeça erguida, certo de que ao meu lado estava a Majestade do Céu.
II. A SEGUNDA DECEPÇÃO
O texto bíblico menciona que novamente Jesus os encontra dormindo, pois “seus olhos estavam pesados” (v. 43). O que faz nossos olhos ficarem tão “pesados”, que não conseguimos nem mesmo passar um breve momento orando a Deus, buscando o poder?
Tenho algumas sugestões:
1. Orgulho pessoal – nos impede de sentir a necessidade de Deus.
2. Vaidade – anuvia nossa mente das coisas espirituais e celestes.
3. Falta de amor fraternal – semeando a discórdia entre os irmãos.
4. Falta de fé – não temos a certeza de que Deus nos ouve e nos vê.
III. A TERCEIRA DECEPÇÃO
A angústia de Cristo era tanta que Seu suor transforma-se em sangue (Lc 22:44). Todo o peso pelo pecado da humanidade recaía sobre Ele, sozinho. O céu ficou em silêncio para ver se Jesus sairia vitorioso, sem usar o poder real que Lhe era conferido.
Toda a hoste satânica estava a atormentar a Cristo com o pensamento de que os discípulos (presentes e futuros) não mereciam tamanho sofrimento. Os Seus queridos discípulos O abandonaria seguidas vezes e rejeitariam Seu amor... inclusive eu e você.
Novamente Jesus vem em busca de uma palavra de apoio dos Seus amados, veio em busca da certeza de que não estava só (v. 45). Mas... novamente eles estão “dormindo”.
Como somos insensíveis! Como somos negligentes em nossa vida espiritual!
O Senhor nos adverte seguidas vezes. Repetidamente ouvimos Seus conselhos, orientações, instruções... mas repetidamente nos fazemos de “surdos”.
Em alguns poucos momentos de emoção (retiros, congressos, campais, semanas de oração, vigílias, etc.) tomamos a decisão de nos entregar por completo ao Senhor. Mas não conseguimos... e novamente “dormimos”.
IV. A VITÓRIA AFINAL
O que mais me emociona nesta história do Getsêmani, é que Jesus decide prosseguir, custe o que custar. Mesmo conhecendo nossos pecados, Ele não nos abandona à própria sorte. Decide derramar Seu sangue e beber o cálice da dor, se este for o único caminho para redimir o pecador arrependido.
O amor de Jesus é mais forte que Sua dor. Que descoberta maravilhosa!
O Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Monarca absoluto do Universo me ama tanto, que Se dispôs a sofrer a humilhação para que eu tivesse oportunidade de libertação... Que amor incompreensível!
Quero apresentar a você o texto que mudou minha vida, mesmo depois de já estar batizado na Igreja:
“ Jesus vê o desamparo do homem. Vê o poder do pecado. As misérias e os ais do mundo condenado erguem-se diante dEle. Contempla-lhes a sorte iminente, e decide-Se. Salvará o homem custe o que custar de Sua parte” – Ellen G. White, ODTN, pág. 692-693.
CONCLUSÃO
Mesmo em meio a tamanho sofrimento, mesmo com a decepção de saber que Seus queridos discípulos O abandonariam em breve, e não resistiram nem mesmo alguns minutos de sono para orarem por Ele; mesmo assim, Cristo aceita ser o sacrifício expiatório pelos pecados de todos os homens.
Seu amor pela humanidade é mais forte que a dor física pela qual teve que passar.
Eu e você precisamos acordar do pecado. Abrir nossos olhos espirituais.
Deus tem expectativas a nosso respeito. Nosso testemunho pessoal deve ser o maior sermão que podemos pregar aos outros. Não podemos permitir que as dificuldades e temores do dia-a-dia nos impeçam de estarmos alertas quanto Jesus nos procurar.
Você está disposto a, assim como Jesus, permanecer firme pelo que é certo, e ser um vencedor(a) no grande dia de prova que está à nossa frente?
Faça uma oração de entrega ao Senhor, ai mesmo, em frente à tela do computador, e creia que Ele tocará com o Santo Espírito a tua vida de aflição...
Segundo crêem os Adventistas do 7º Dia, 22 de outubro de 1844 foi a data final da profecia escrita no livro de Daniel, cerca de 550 anos antes do nascimento de Jesus (cf. Dan. 8:14).
Estes dias, a Marta (minha esposa) foi indagada por uma colega de trabalho (Católica) com a seguinte questão:
"Se vocês [evangélicos] querem ser tão certinhos, por que então retiraram vários livros da Bíblia?".
Esta pergunta expressa um pensamento comum entre os Católicos - o de que a Bíblia utilizada pelos Protestantes foi adulterada, pois alguns livros do AT que constam na Bíblia Católica não constam na Protestante. E como a Igreja Católica é mais antiga, então "certamente" foram os Protestantes que fizeram a adulteração. É assim que pensam!
Realmente, se você comparar o AT na Bíblia de Jerusalém (Católica) com o mesmo conteúdo em uma versao "Protestante" (Revista e Atualizada, por exemplo), verá facilmente que a quantidade de livros é diferente, assim como a ordem dos Salmos e alguns acréscimos em outros livros (Daniel, por exemplo).
Mas... quem fez a alteração?
1. Foram os Protestantes que os RETIRARAM... ou
2. Foram os Católicos que os ACRESCENTARAM
A Teologia chama os livros que estão no foco desta controvérsia de "apócrifos".
Veja o que dizem dois renomados estudiosos deste assunto*:
Em suma, estes livros são aceitos pelos Católicos Romanos como canônicos, mas são rejeitados pelos Protestantes e judeus. No grego clássico, apocrypha significava “oculto” ou “difícil de entender”. Posteriormente, a palavra tomou o sentido de “esotérico” (algo que só os “iniciados” podem entender, não os “de fora”).
Nos tempos de Ireneu e Jerônimo (séc. III e IV d.C.), o termo apocrypha passou a ser aplicado aos livros não-canônicos do AT. Desde a Reforma Protestante, essa palavra tem sido usada para denotar os escritos judaicos não-canônicos originários do período intertestamentário (entre os dois Testamentos).
Seja qual for o valor devocional ou eclesiástico que os apócrifos tiveram, eles não são canônicos pelos seguintes fatos:
1. A comunidade judaica jamais os aceitou como canônicos.
2. Não foram aceitos por Jesus, nem pelos autores do NT (não existem palavras de Jesus, por exemplo, citando os livros apócrifos).
3. A maior parte dos primeiros grandes Pais da Igreja rejeitou sua canonicidade.
4. Nenhum concílio da Igreja os considerou canônicos, senão no final do séc. IV d.C.
5. Jerônimo, o grande especialista bíblico e tradutor da Vulgata (tradução para o latim), rejeitou fortemente os livros apócrifos.
6. Muitos estudiosos católicos romanos, ainda ao longo da Reforma, rejeitaram os livros apócrifos.
7. Nenhuma igreja ortodoxa grega, anglicana ou protestante, até a presente data, reconheceu os apócrifos como inspirados e canônicos, no sentido integral dessas palavras.
Além do mais, segundo os critérios elevados da canonicidade, aos apócrifos ainda falta o seguinte:
- Os apócrifos não reivindicam serem proféticos.
- Não detêm a autoridade de Deus.
- Contêm erros históricos (cf. Tobias 1:3-5; 14:11) e graves heresias teológicas, como a oração pelos mortos (cf. 2Macabeus 12:45-46; 4).
- Embora seu conteúdo tenha algum valor para edificação nos momentos devocionais, na maior parte se trata de texto repetitivo, ou seja, são textos que já se encontram nos livros canônicos.
- Há evidente ausência de profecia, o que não ocorre nos livros canônicos.
- Nada acrescentam ao nosso conhecimento das verdades messiânicas.
- O povo de Deus, a quem os apócrifos teriam sido originalmente apresentados, recusou-os terminantemente.
Lista dos Livros Apócrifos, segundo a Versão Revista Padrão:
Sabedoria de Salomão
Eclesiástico (Siraque)
Tobias
Judite
1Esdras
1Macabeus
2Macabeus
Baruque
Epístola de Jeremias
2Esdras
Adições a Ester (Ester 10:4-16:24)
Oração de Azarias (Daniel 3:24-90)
Susana (Daniel 13)
Bel e o Dragão (Daniel 14)
Oração de Manassés
* Fonte: Norman Geisler e William Nix, Introdução Bíblica - como a Bíblia chegou até nós (São Paulo: Vida), 2006. Págs. 90-98.
Outra dúvida apresentada freqüentemente é com relação à numeração dos Salmos, pois há diferença nas duas Bíblias (Católica e Protestante).
Segundo o Comentário Adventista, o que ocorre é que a numeração dos Salmos é diferente no texto original hebraico e no texto da LXX (Lê-se "Septuaginta", que é a tradução do AT para o grego) e na Vulgata (que é a tradução para o latim). A numeração do texto hebraico massorético é a mesma que aparece na nossa Almeida Revista e Atualizada.
Já a numeração da LXX e da Vulgata é utilizada na Bíblia de Jerusalém (católica) e na maioria das demais Bíblias católicas. A diferença se deve a que na LXX e na Vulgata os Salmos 9 e 10, como também os 114 e 115, se fundem. Por outra parte, os Salmos 116 e 147 se dividem em dois salmos cada um.
Até o Salmo 9, e a partir do Salmo 147, a contagem é idêntica. A LXX ainda acrescenta um Salmo 151.
Portanto, a diferença de numeração se deve apenas ao fato de a Bíblia Protestante usar como base o texto original hebraico (mais fiel), e a Bíblia Católica utilizar os textos traduzidos da Septuaginta e da Vulgata.
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::Portanto, como vimos, não foram os Protestantes que RETIRARAM livros da Bíblia.
Na verdade, foram os Católicos que ACRESCENTARAM tais livros não inspirados.
Há alguns anos, tivemos uma Lição de Escola Sabatina que falou sobre a figura de BARNABÉ. Ele foi apresentado como alguém que se preocupava em promover a reconciliação entre os irmãos.
É interessante que o próprio nome de Barnabé (como é comum na cultura bíblica) tinha um significado muito bonito: "Filho da Reconciliação", ou "Filho da Tranqüilidade", ou ainda "Aquele que dá Ânimo" (cf. Atos 4:36 NTLH).
Barnabé foi aquele que deu um voto de confiança a Paulo, enquanto que outros discípulos em Jerusalém estavam receosos de acreditar na conversão do antigo perseguidor (cf. Atos 9:26-27).
Mas, em certa ocasião, Paulo e Barnabé tiveram um sério desentendimento. O motivo foi o jovem Marcos, o discípulo que os havia acompanhado em uma viagem anterior (cf. Atos 15:36-40). Paulo ficou "chateado" porque Marcos não teve espírito combativo suficiente para permanecer com eles. Isso foi o suficiente para que Paulo rejeitasse completamente a companhia de Marcos em missões futuras.
Novamente Barnabé entra na história. O mesmo que antes intercedera pelo próprio Paulo junto aos irmãos de Jerusalém, agora utiliza seu dom da reconciliação em benefício do jovem e inexperiente Marcos.
Paulo era tão impetuoso que não aceitou mais viajar com Marcos, e os dois grandes amigos (Paulo e Barnabé), que já haviam passados juntos por tantas lutas, tiveram que separar-se. Paulo seguiu viagem junto com Silas, enquanto que Barnabé preferiu a companhia de Marcos.
Não sabemos detalhadamente o que, especificamente, Barnabé conversou com o jovem Marcos nesta nova empreitada. Certamente, ele aproveitou a oportunidade para ajudar o rapaz a ver que ele tinha potencial para aplicar no Evangelho, e que não foi um fato isolado que tirou dele a capacidade de servir ao Senhor.
Qual o resultado de tudo isso?
No final do ministério de Paulo vemos ele agradecendo pela grande utilidade de Marcos na obra de pregação (cf. 2Tim. 4:11). Além disso, ainda temos um Evangelho que foi escrito por este jovem discípulo, o qual é tido por alguns teólogos como o mais antigo dos 4 Evangelhos.
::::::::::::::::::::::::::::::::
Esta história me faz refletir sobre alguns pontos que considero importante:
1. O temperamento de Paulo impedia que ele tivesse facilidade em perdoar aqueles que falhavam na grande batalha da pregação do Evangelho. Ele era um daqueles que não se dispõem a dar uma outra chance para alguém que erra, acreditando que os "covardes" ou "negligentes" devem ser colocados à margem do caminho, pois a Obra não pode parar.
2. Barnabé é o símbolo das pessoas que sabem olhar além das faltas isoladas, e conseguem ver em uma pessoa o potencial que ela tem, apesar de oculto. Ele é daqueles que não são os primeiros a atirarem as pedas, mas que estendem a mão para tentar recolocar o irmão faltoso na jornada rumo à Glória.
3. Em nossas igrejas atualmente também vemos os dois personagens: Paulo é o modelo daqueles irmãos sinceros e zelosos, porém implacáveis no trato com seus semelhantes, não conseguindo ver além dos erros do passado; já Barnabé representa os que valorizam mais a "pessoa" do que o erro que ela possa ter cometido.
Quantos vivem em nossas congregações angustiados porque nunca lhes deram uma segunda chance?! Erraram em algum momento do passado, e receberam uma "marca", um "carimbo"- IMPRESTÁVEIS. Os "Paulos" de hoje olham para tais "irmãos" com desdém, certos de que eles não têm utilidade na pregação, pois não merecem mais confiança.
Quanto necessitamos de mais "Barnabés"!
Você já errou e esperou que um "Barnabé" viesse ao seu encontro, com uma palavra amiga, de ânimo e de reconciliação? Eu já!
Mas os "Barnabés" são raros... raríssimos! Já os "Paulos" estão em toda parte - batizam muito, trabalham muito, produzem muito, trazem muitos conversos... mas não sabem tratar com pessoas do rebanho que cometem erro.
Para os "Paulos", a "letra da lei" é mais importante que as pessoas...
Para os "Barnabés", as pessoas são mais importantes que a "letra da lei"...
Oh, como precisamos dos "Paulos"!
Mas, como sinto falta dos "Barnabés"!
Nós, cristãos, por vezes somos tomados pelo pensamento de que Deus não cuida verdadeiramente do Seu povo. "Se Deus realmente está conosco", pensamos, "por que então, os cristãos precisam sofrer tanto?" Por que Deus não impede que as mazelas que acometem aos que não O amam caiam também sobre os que procuram viver do lado dEle?
Quando Asafe parou para pensar em Deus e Sua misericórdia (v. 17) viu o quanto estava errado, e o quanto é mais vantajoso, desde agora, permanecer ao lado do Pai (vv. 18-28).
- Senhor, por que eu? Eu não fumo, não bebo, não tenho uma vida imoral ou promíscua. Há 9 anos entreguei minha vida em Tuas mãos, e hoje estou me preparando para o Teu ministério.... e o Senhor permite que esta doença, terrível, se abata sobre mim.... por quê? Tanta gente aí fora estragando suas vidas na prostituição e intemperança, e eu aqui, neste leito de hospital, prestes a passar por uma intervenção que poderá limitar a minha vida para sempre.... se não ocorrer o pior.
O John que representou o assassino em Júlio César foi o mesmo que fez o papel de assassino no teatro Ford. Em uma fria noite de abril de 1865, ele entrou silenciosamente pela parte de trás em um camarote e atirou contra a cabeça de Abraham Lincoln. Sim, o sobrenome dos irmãos era Booth - Edwin Thomas Booth e John Wilkes Booth.
Edwin nunca mais foi o mesmo após aquela noite. A vergonha pelo crime de seu irmão fez com que ele se aposentasse. Ele nunca teria voltado ao palco, não fosse por um fato inusitado ocorrido em uma estação de trem em Nova Jersey. Edwin aguardava seu vagão quando um jovem bem vestido, imprensado pela multidão, desequilibrou-se e caiu entre a plataforma e o trem em movimento. Sem hesitar, Edwin colocou seu pé no trilho, agarrou o homem, e o puxou a salvo. Após os sinais de alívio, o jovem reconheceu o famoso Edwin Booth.
Edwin, no entanto, não reconheceu a pessoa a quem havia resgatado. Tal reconhecimento só veio a acontecer algumas semanas mais tarde através de uma carta, que ele carregou em seu bolso até o dia de sua morte. Uma carta do general Adams Budeau, secretário-chefe do general Ulisses S. Grant. Uma carta de agradecimento a Edwin Booth por ter salvo a vida do filho de um herói americano, Abraham Lincoln.
Que ironia! Enquanto um irmão assassinava o presidente, o outro salvava a vida do filho do presidente. O nome do rapaz que Edwin Booth salvou? Robert Todd Lincoln.
Edwin e John Booth. Mesmo pai, mãe, profissão e paixão - mesmo assim, um escolhe a vida e o outro, a morte. Como pode ser? Embora seja uma história dramática, não é única".
Caim e Abel
Abrahão e Ló
Davi e Saul
Pedro e Judas
Porta larga e porta estreita
Caminho espaçoso e caminho largo
Construir sobre a rocha ou sobre a areia
Servir a Deus ou às riquezas
Somar com os bodes ou com as ovelhas
Que escolhas você tem feito?
Com a ajuda de Deus, seguindo Seus conselhos e direção, busque sempre tomar as melhores escolhidas.
"... te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas,
tu e a tua descendência" - Deut. 30:19
Que Deus maravilhoso!
Fonte: Max Lucado, Ele escolheu os cravos (Rio de Janeiro: CPAD, 2005), 49-50.
Postado em: 17-Out-2009
Atente para o seguinte verso bíblico:
Ao descrever o estado moral em que viveria o mundo dos últimos dias, o apóstolo Paulo utilizou adjetivos pouco nobres. Entre outras características, ele diz que os homens seriam "egoístas".
É interessante observar que a palavra grega aqui traduzida por "egoístas" (PHILAUTOS) só ocorre neste lugar em toda a Bíblia. Paulo buscou uma palavra especial para descrever quão corrompido estaria o coração do ser humano pouco antes da volta de Jesus.
O dicionário define o egoísmo como um "amor próprio excessivo, que leva o indivíduo a olhar unicamente para os seus interesses, em detrimentos dos alheios". Ou seja, o egoísta é aquela pessoa que só pensa em si, e que não está nem um pouco preocupada com o sentimento, sofrimento, necessidade, miséria, dor... do seu semelhante.
Tratando também sobre o egoísmo, Ellen White escreveu o seguinte:
"O egoísmo é a essência da depravação, e, devido a se terem os seres humanos submetido ao seu poder, o que se vê no mundo é o oposto à fidelidade a Deus. Nações, famílias, e indivíduos estão cheios do desejo de fazer do eu um centro. O homem almeja governar sobre os seus semelhantes. Afastando-se de Deus e de seus semelhantes em seu egoísmo, segue suas irrefreadas inclinações. Age como se o bem dos outros dependesse de se submeterem a sua supremacia" - Conselhos sobre Mordomia, pág. 24 - (grifo meu).
E mais...
"O egoísmo tem causado discórdia na igreja, enchendo-a de ambição não santificada. ... O egoísmo destrói a semelhança com Cristo, enchendo o homem de amor-próprio. Leva a contínuo afastamento da justiça. Cristo diz: 'Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos Céus.' Mat. 5:48. Mas o amor-próprio é cego para com a perfeição que Deus requer" - Ibidem - (grifo meu).
Observe como o egoísmo é apresentado como sendo a essência (ou seja, a "raiz", a "origem") de muitos males... mesmo na Igreja!
Quando olhamos para o mundo vemos grandes e pequenas demonstrações de egoísmo:
- O político que pensa apenas em $i, e não reflete duas vezes antes de roubar o dinheiro que deveria ir para a merenda das crianças, ou para a saúde do mais necessitado, ou para construção de casas para quem dorme ao relento.
- O empresário que faz falcatruas para poder conquistar um negócio que lhe renda alguns milhõe$.
- O traficante que destrói a vida de milhões de crianças e jovens, apenas para ganhar dinheiro.
- O "filhinho de papai" que dirige embriagado, fazendo exibicionismos no trânsito, sem importar-se com a segurança alheia.
- O motorista que não dá sinal para indicar que vai entrar em uma rua, provocando acidentes com os veículos que vêm atrás dele.
- O jovem que não oferece seu lugar em um ônibus, metrô, trem... lotados, para alguém fisicamente mais frágil que ele.
- Uma mulher ou homem que gaste mais com salão de beleza, do que famílias inteiras gastam para se alimentar.
- O condômino que não controla o gasto de água do seu apartamento, com a certeza de que a conta do desperdício será paga "também" pelos outros.
- A pessoa que dá uma de doente para furar uma fila quilométrica no banco, sem ficar nem um pouco preocupado com as pessoas que já estão há horas esperando.
(...)
E na Igreja, vemos demonstrações de egoísmo?
- A pessoa que levanta no meio do sermão, simplesmente porque ele está "tocando em sua ferida".
- Aquele que gasta uma fortuna com a satisfação de um luxo qualquer, mas "esquece" de trazer sua colaboração para a cesta-básica das DORCAS.
- Aquele que deseja congregar em um templo magnífico, com ar-condicionado, bancos acolchoados, etc., mas não se preocupa se existem "irmãos" se reunindo embaixo de árvores ou em "palhoças".
- O líder de departamento que acha que é o "dono" ou "dona" da Igreja, e não aceita ouvir conselhos ou sugestões de melhorias em sua área.
- Aquele que fica conversando bobagem enquanto uma outra pessoa está dando um testemunho ou fazendo um pedido de oração.
- Aquele que, mesmo podendo, não procura ajudar um irmão a sair de alguma dificuldade ou sofrimento, e limita-se apenas a dizer: "vou orar por você" (cf. Tiago 2:15-16).
- O(a) cantor(a) que só se preocupa com seu momento de apresentar-se no "louvor", mas não está nem ai para o restante do culto, muitas vezes ficando de conversas tolas nos últimos bancos ou, pior, do lado de fora do templo.
(...)
O verso que citei no início deste texto pode ser considerado uma "profecia", pois foi escrito há quase 2000 anos, e vemos claramente seu cumprimento nos dias atuais.
Porém, assim como a carta à Igreja de Laodicéia, não podemos deixar que a profecia seja uma realidade em nossa vida.
Podemos... e devemos... fazer diferente.
Não deixe que o egoísmo o domine de tal forma que você fique "cego" ou "cega" aos sofrimentos e necessidades alheias. Se o mundo está assim... e continuará cada vez pior... não podemos caminhar da mesma maneira.
Durante este último trimestre de 2009 os Adventistas de todo o mundo estão estudando o livro de Números. O "povo da Bíblia", espalhado por todos os rincões deste planeta, está estudando um único assunto, um único tema. Que exemplo de organização e unidade! Não é à toa que o inimigo de Deus esteja tão irado contra este povo (cf. Apoc. 12:17)!
Nós vivemos em uma sociedade na qual os rotulados como "fracassados" são sempre vistos com indiferença.
Você deve conhecer alguém que se sente angustiado pelo complexo de inferioridade. São aquelas pessoas que pensam que só os outros é que são felizes, e somente os outros é que alcançarão alguma coisa na vida.
Alguns atingem este complexo com tamanha profundidade, que acabam por optar pelo suicídio... afinal, como pensam, eles jamais serão "alguém na vida".
Gostaria que você refletisse sobre o texto seguinte, e observe que sempre é tempo de "levantar, sacudir a poeira, e dar a volta por cima". Principalmente se você confia que há um Deus no céu que opera milagres!
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Se você está desanimado(a) ....
Conheça um homem que
Faliu aos 31 anos
Perdeu as eleições para Deputado Estadual aos 32
Faliu novamente aos 34
Perdeu novamente para a Assembléia Estadual aos 35
Perdeu para o Congresso aos 36
Perdeu para a campanha presidencial aos 38
Perdeu eleições para Deputado Federal aos 43
Perdeu novamente para Deputado Estadual aos 46
Perdeu novamente para Deputado Federal aos 48
Perdeu as eleições do Senado aos 55 anos
Perdeu a campanha de Vice-Presidente aos 56
E novamente perdeu para Senador aos 58
Mas...
Aos 60 anos elegeu-se Presidente dos Estados Unidos da América.
Seu Nome: Abraham Lincoln, amado até hoje!
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Você e eu nascemos para sermos vencedores.
Não importa quanto tempo demore para chegarmos "ao pódio"...
Mas certamente chegaremos lá!
Alguns leitores do Blog solicitaram informações sobre os Movimentos Dissidentes na IASD.
Como são muitos (nos EUA, por exemplo, existe até uma igreja de Gays, Lésbicas e Simpatizantes, que se consideram Adventistas), eu me limitarei apenas àqueles que foram mais citados nos pedidos dos leitores. Em sites como GOOGLE e WIKIPÉDIA, entre outros, podem ser encontradas informações complementares sobre estes movimentos.
Não vou descrever TODAS as crenças que eles apresentam, mas apenas aquelas que são mais caracteristicamente diferentes das crenças dos Adventistas do 7º Dia.
Igreja Adventista da Completa Reforma
- Proibição de cortar/raspar a barba;
- Celebração de festas anuais judaicas do AT;
- Orar com as mãos levantadas e somente de joelhos.
IASD Movimento de Reforma
*** Como existem muitos outros movimentos dissidentes dentro da própria "Reforma", citarei alguns pontos divergentes mais comuns:
- Abstenção total da carne como requisito para a comunhão;
- Rigidez legalista nos padrões de vestuário;
- Não tomam banhos mistos – homens e mulheres (em praia, por exemplo);
- A santa-ceia é praticada em cálice único;
- Praticam o ósculo (beijo) santo;
- Somente a morte do cônjuge dá o direito ao outro de se casar novamente;
- A Reforma é o "anjo" de Apocalipse 18;
- Algumas congregações utilizam o “gazofilácio” (espécie de baú) para recolhimento das ofertas;
Igreja Adventista da Promessa
- Crê no batismo do Espírito Santo, no estilo das igrejas pentecostais, inclusive com as "línguas estranhas".
Igreja Cristã Bíblica Adventista
- Os líderes não recebem remuneração;
- A congregação local tem autonomia administrativa;
- Não formalizam uma lista de “crenças” ou “credo”;
- As doações financeiras são anônimas.
Ministério Adventista Bereano
- O verdadeiro nome de Jesus é YESHUA ou YEHOSUA;
- Se consideram parte do “verdadeiro” Movimento Adventista.
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A grande maioria das pessoas que fazem parte destes movimentos dissidentes é formada por ex-Adventistas, que se desiludiram com alguma coisa, seja do ponto de vista doutrinário ou administrativo. São, na maioria, pessoas sinceras, que desejam viver uma fé mais próxima dos ditames de sua consciência.
Sei que existem situações em nossa Igreja que não deveriam existir, e aqui no Blog eu já mencionei algumas delas. Mas o estudo dos escritos inspirados me deixa claro que não é SAINDO da Igreja que eu vou promover uma reforma autêntica em minha vida.
A Igreja Adventista do 7º Dia, por mais falhas que possam existir em seu povo, continuará sendo a Igreja Remanescente da profecia bíblica, pois não existe uma OITAVA igreja no Apocalipse. Somos o 7º e último período da Igreja de Deus... e não haverá outro antes do Advento de Jesus.
O que Deus deixou registrado através do ministério profético?
"Conquanto em nossas igrejas, que pretendem crer em verdades avançadas, haja pessoas em faltas e erros, como o joio em meio do trigo, Deus é longânimo e paciente. Ele reprova e adverte o errante, mas não destrói os que são vagarosos em aprender a lição que lhes quer ensinar; Ele não desarraiga o joio do meio do trigo. O joio e o trigo devem crescer juntos até a ceifa; quando o trigo chegar ao seu completo desenvolvimento, e pelo caráter que apresentar quando amadurecido, ele se distinguirá perfeitamente do joio" - A Igreja Remanescente, pág. 42.
"O mundo é um mundo caído, e a igreja é um lugar representado por um campo em que crescem joio e trigo. Terão de crescer juntos até a ceifa. Não é dever nosso desarraigar o joio, segundo a sabedoria humana, para que, por sugestão de Satanás, não se dê o caso de que o trigo seja arrancado, na suposição de ser joio. A sabedoria que vem de cima se oferece ao que é manso e humilde de coração, e essa sabedoria não o levará a destruir, mas a erguer o povo de Deus" – Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p. 636.
"Até mesmo alguns que se empenham em derrotar o inimigo desenvolvem uma predisposição para fazer o que é errado. O mal prevalece sobre o bem porque eles não confiam totalmente em Cristo. Não habitam nEle e, devido a sua falta de dependência de Deus, mostram inconsistência de caráter. Mas ninguém é compelido a escolher essa classe como companhia familiar. Enfrentam-se por toda parte as tentações da vida, e aqueles que reclamam dos membros da igreja como sendo frios, orgulhosos, arrogantes, e não semelhantes a Cristo não precisam associar-se com essa classe. Há muitos que são afetuosos, abnegados, dispostos ao sacrifício, os quais deporiam a própria vida, se necessário, para salvar pessoas. Que ninguém, portanto, se torne acusador dos membros da igreja, mas permita que o joio cresça junto com o trigo, pois disse Cristo que assim seria. Não precisamos ser joio nós mesmos, só porque não haverá apenas trigo na colheita" – Meditações Matinais 2002, p. 41.
"Nesse tempo o ouro será separado da escória, na igreja. A verdadeira piedade será claramente distinguida da piedade aparente e fictícia. Muitas estrelas que temos admirado por seu brilho tornar-se-ão trevas. A palha, como nuvem, será arrebatada pelo vento, até mesmo de lugares onde só vemos montões de precioso trigo. Todos os que têm cingido os ornamentos do santuário, mas não estão vestidos com a justiça de Cristo, aparecerão na vergonha de sua própria nudez" – Meditações Matinais 1995, p. 363.
A reforma será efetuada DENTRO da Igreja, e não fora dela!
Na sacudidura é a palha que é levada pelo vento.
Ontem à noite, enquanto conversava com alguns irmãos da Igreja, um deles lembrou um fato que é uma grande realidade atualmente: as Igrejas não pregam mais sobre a volta de Jesus.
Na época do Império Romano, havia uma "ideologia" que representava muito bem a maneira como os imperadores lidavam com os problemas sociais.
"Pão e circo para o povo", era o que Vespasiano dizia.
Em outras palavras:
"Para o povo ficar sob controle, é só a gente oferecer uma 'festa', um 'showzinho', de vez em quando, alternando com alguma distribuição esporádico de alimentos".
E parece que a ideia pegou! Até hoje!
O Brasil, por exemplo, encontra-se empenhado atualmente na realização das Olimpíadas aqui no ano de 2016. A soma prevista para os gastos é estratosférica! Na casa dos BILHÕES.
Hoje, sexta-feira, o Rio de Janeiro está em festa, na expectativa da escolha da sede do evento. Durante todo o dia, a praia de Copacabana estará repleta de atrações para as milhares de pessoas que ali forem para aguardar o anúncio do Comitê Olímpico. Até ponto facultativo foi decretado nas repartições públicas.
Isso é só um dos inúmeros eventos que são realizados frequentemente para desviar a atenção das pessaos dos REAIS problemas e temas sociais. Carnaval, micaretas, feriados religiosos, eventos regionais, rodeios, exposições agropecuárias, etc., etc., etc...
Este é o "circo" de Vespasiano...
O "pão" também está por ai, nas "bolsas" da vida...
Enquanto o povo se diverte e se distrai com tanta "festa", esquece da corrupção, da violência sem controle, dos crimes assombrosos, das lavagens de dinheiro, das brigas entre os partidos políticos, dos baixos salários, da pobreza, da miséria, da falta de educação e saúde de qualidade... e por ai vai.
Enquanto rios (ou oceanos) de dinheiro são gastos para promover esta "imagem utópica" de um País Maravilha, pessoas continuam morrendo nas filas dos hospitais, nos assaltos do trânsito; crianças continuam fora das escolas de qualidade, vivendo na ociosidade e marginalidade; estradas continuam matando mais do que guerras; ricaços "pintam e bordam", enquanto "ladrões de galinha" mofam das prisões fétidas das grandes cidades; inocentes morrem diariamente vítimas das "balas encontradas"...
Eu trouxe hoje este tema para reflexão, para despertar a nossa consciência de que este mundo, que só quer saber de "pão e circo", está com seus dias contados.
Os tsunamis estão ai para mostrar ao mundo que a "Natureza geme", alertando para a presença visível e invisível do pecado entre nós.
Aqueles que, de verdade, aguardam a inauguração do Reino da Glória, trazido por Jesus, não podem se deixar influenciar pela enganação que os governos, desde Vespasiano, se utilizam para nos deixar "sob controle".
Jesus está voltando! Aleluia!
Este mundo vai passar, destruído pela "pedra arremessada sem auxílio de mãos humanas", como descreve o profeta Daniel.
Como diz o sagrado escritor, "este mundo passa, e sua concupiscência", por isso não devemos "amar o mundo, nem as coisas que nele há".
Sediar um evento olímpico mundial é algo muito bonito e empolgante, mas eu preferiria que esta montanha de dinheiro fosse aplicada para amenizar o sofrimentos dos idosos que penam nos corredores dos hospitais públicos, ou em benefício das crianças que vão à escola apenas em busca da merenda, pois nada têm em casa para comerem, e não encontram uma educação que lhes dê uma perspectiva de futuro profissional promissor...
Jesus está voltando! Aleluia!
Só não vê quem não abrir os olhos...
A revista ÉPOCA da semana passou estampou na capa a chamada para uma entrevista com o Dr. Farah, que matou e esquartejou uma mulher (sua amante), há alguns anos.
No culto de ontem, descobrimos que há 2 maneiras de obedecer a Deus. Uma do jeito "certo", e outra do "errado".
Quero dizer aos meus queridos companheiros e companheiras de "blogagem" (rsrs) que ainda estou com vocês!
Estes dias estive conversando com alguns amigos sobre a fascinante história de Susan Boyle.
Qual a parte mais importante de um culto?
Nestes últimos dias, mais um crime chocante é amplamente divulgado na Mídia: uma bonita jovem é encontrada morta dentro de uma mala (!), com os dedos decepados. A identificação do corpo só foi possível através de sua prótese de silicone (que ironia macabra!). Seu marido, um milionário bonito e famoso é o principal suspeito. Porém, dias depois ele também é encontrado morto, enforcado, em um quarto de hotel de beira de estrada no Canadá. A princípio, a Polícia acredita em suicídio.
Já diz o ditado, "felizes os que têm amigos". E esta é uma tremenda verdade!
Um amigo muito especial, o Diego Amaro (distrital de Desbravadores em São Paulo), me pediu para colocar uma postagem sobre "pressão de grupo".
Há um relato bíblico, narrado pelo próprio Jesus, que nos faz pensar sobre a maneira de Deus agir na vida do pecador, em especial sobre o nosso "conceito" de salvação e vida santificada.
De vez em quando ressurgem pessoas declarando que Ellen White deixou de confiar na Igreja Adventista de sua época.
Há alguns dias, um importante líder aqui da região estava pregando sobre o relato da mulher samaritana de João 4, em uma de nossas maiores congregações locais. O objetivo principal do sermão era mostrar o quanto Jesus Se interessa pelos seres humanos, ao ponto de passar por uma cidade apenas para encontrar-Se com uma mulher que necessitava de Sua graça libertadora.
Você já pensou em estudar a fundo a Teologia Adventista, mas não tem interesse em ir para um Seminário, ou ser pastor?
Um dos textos mais conhecidos da Bíblia é aquele onde Jesus orienta os discípulos sobre fatos que ocorreriam nos "últimos dias":
Recebi um e-mail de um amigo, solicitando informações sobre os Dinossauros, especialmente sobre estes "fósseis" que são encontrados com frequência e recebem a idade de MILHÕES DE ANOS.
Às segundas-feiras estou realizando uma classe de estudos doutrinários na IASD de Parque dos Coqueiros, aqui em Natal-RN. Tem sido uma bênção, especialmente para mim! Ontem começamos a estudar o capítulo 8 de Daniel, que concluirá com a profecia das 2300 "tardes e manhãs".
Sabem aquelas Bíblias que trazem as "falas" de Jesus na cor vermelha? Estas versões destacam nesta cor tudo aquilo que Jesus disse quando esteve aqui na Terra.
Hoje, durante o sermão, o pregador fez menção a Apoc. 12:6:
Ultimamente parece que os pregadores da TV estão intensificando sua defesa da grande heresia que o diabo plantou lá no Éden: A IMORTALIDADE DA ALMA (cf. Gên. 3:1-4). Aqueles que ocupam os horários nobres (com custos milionários) cada vez mais têm defendido a existência do "reino dos mortos", através da apologia ao inferno eterno, por exemplo.
Um estimado leitor do blog me enviou um comentário solicitando mais informações sobre as declarações de Paulo em 2Cor. 13.
Minha filha mais velha, a Gabi, trouxe uma tarefa da escola esta semana: procurar poemas que falem de AMIZADE.




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