terça-feira, março 15, 2016

O destino final de ricos e pobres

Atualmente tenho que me dividir entre o trabalho na cidade de João Pessoa/PB e a família na cidade de Natal/RN. Ou seja, durante a semana sou paraibano, e aos finais de semana, potiguar...rsrsrs

Em Natal, meus pais moram em um bairro da chamada Zona Norte, e sempre que vou visitá-los passo em frente a uma das maiores empresas da cidade: a COTEMINAS (ou COTENE).

Um dia desses, ao passar na frente da empresa, lembrei de como o Brasil ficou emocionado com a luta que o ex-presidente José Alencar travou contra o câncer. Há alguns anos eu também estive em uma batalha dessas (infinitamente menor que a dele), e posso entender um pouco o valor que ele dava a cada novo dia.

Com a morte daquele homem que deixou um belo exemplo de honradez e dignidade, tanto na política quanto na vida pessoal, muitos brasileiros choraram... a maioria dos quais sem nunca ter conhecido pessoalmente o sr. José Alencar. A COTEMINAS, é um verdadeiro "império têxtil" que o sr. Alencar fundou e viu crescer, após iniciar como um humilde vendedor de tecidos no interior de Minas Gerais, aliás, um Estado de pessoas fascinantes.

De simples balconista a milionário, sem, ao que tudo indica, "pisar" ou "puxar o tapete" de ninguém, inclusive pautando sua vida familiar pelos princípios do Cristianismo.
 

Como eu disse, ao passar diante da fábrica, fiquei refletindo sobre os valores realmente importantes da vida. Imagino que somando-se todas as unidades da Cotene, existam milhares de pessoas trabalhando. Tudo resultado do "sonho" de um único homem temente a Deus!

Ele morreu há alguns anos... e o que levou de todo o dinheiro que conquistou? Nada!

Mais do que simplesmente acumular riquezas, o sr. José Alencar deixou um "rastro" de amizades, companheiro, honradez e decência.

O Brasil não chorou porque morreu um importante político ou um empresário de sucesso. Neste país existem milhares com estes "rótulos" e que não valem uma lágrima!

Os brasileiros choraram porque morreu um homem de bem, espécime tão escasso nos dias em que vivemos, até mesmo entre os professos cristãos!

A família ficou triste, de luto, mas pode andar de cabeça erguida por saber que seu patriarca deixou saudades, devido ao bonito exemplo de vida que legou aos brasileiros e brasileiras.

Espero, sinceramente, encontrar este guerreiro entre a multidão dos salvos, pois mais do que doutrinas ou legalismos tolos, o Senhor veio buscar e salvar o que se havia (e se sentia) perdido.

Maranata!

"Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham" (Apoc. 14:13).



Um comentário:

A.K.Renovatto disse...

Fiquei refletindo sobre texto e realmente é como está aí: quando morremos não levamos nada, por mais ricos que possamos ser, tudo fica aqui. Mais do que acumular riquezas, bens materiais, devemos nos preocupar em ser alguém de bem, realmente homens assim, estão escassos. O homem que teme ao Senhor, mesmo depois da morte é lembrado e admirado, porque suas condutas o levam a fazer verdadeiras amizades. Mas melhor que isso, do que ser lembrado com carinho pelas pessoas, é o destino que é reservado para os retos e tementes a Deus, a melhor recompensa é conseguir depois de tudo que passamos, nos encontrar com Jesus um dia e herdar o Reino de Deus. Excelente texto. Deus abençoe, Pr Medeiros e continue abençoando sua vida física e espiritual.

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