sexta-feira, junho 01, 2012

Como Jesus morreu? Foi em uma cruz ou em uma estaca?

"As Testemunhas de Jeová dizem que Jesus não morreu numa cruz, mas sim numa estaca. Isso tem fundamento bíblico?"

As TJ são exímias em encontrarem motivos para questionarem as doutrinas fundamentais da Bíblica, levando as pessoas a duvidarem da autenticidade da fé cristã. Até mesmo uma outra versão/tradução das Escrituras é utilizadas por esta denominação, na qual existem flagrantes equívocos na tradução do texto original.

Dentre as muitas doutrinas divergentes, as Testemunhas de Jeová defendem que Jesus não foi "crucificado", mas sim que Ele foi morto em uma estaca. Trago, então, para esclarecer este tema, e preparar os meus queridos leitores para mais esta "defesa da fé Adventista" (cf. 1Ped. 3:15), um excelente material do Pr. Arnaldo Christianini sobre o tema (extraído do livro: "Radiografia do Jeovismo", publicado pela CPB).

CRUZ OU ESTACA?

Cristo morreu pregado numa cruz ou num poste? A bem da verdade deve dizer-se que originalmente a "cruz" não era o que hoje se entende por ela, mas compunha-se de uma só peça de madeira ou poste, terminado em ponta. Denominava-se em hebraico 'es (pau) e aparece na Bíblia, pela primeira vez em Gên. 40:19. José disse ao padeiro que ele seria pendurado num madeiro. A palavra 'es aparece também em Jos. 8.89, onde lemos que Josué mandou retirar do madeiro o cadáver do rei de Ai. Também a forca de Mordecai (Ester 5:14) é designado como 'es. Posteriormente os latinos ao descreverem esse madeiro, denominavam-no acuta crux. Temos essa designação em Sêneca, Epístola XVII, 1, 10, referindo-se especificamente a esse instrumento de suplício.

Há, contudo, entre os autores latinos, referências muito claras a outra espécie de instrumento de execução, designado simplesmente por crux, sem o modificativo acuta. E alguns são mais explícitos e mencionam que essa crux se compunha de duas peças de madeira. A mais sólida prova temo-la nas citações de Plauto (comediógrafo e poeta cômico latino – 254-184 A.C.) Portanto, dois séculos antes de Cristo ele descrevia a cruz como tenda duas peças. A maior era o stipes, o esteio, o tronco mais longo e pesado, que se fincava no solo. A menor era o patibulum, a travessa da cruz (também chamada antenna).


Um texto de Plauto acha-se em Mostellaria, livro I, 1, 56, que diz textualmente: "Ita te ferabunt patibulutum per vias stimuli". ("Deste modo carregaste teu patibulum pelas ruas sob açoites"). Mais adiante: "Tibi esse pereundum extra portam dispansis manibus, patibulum quom habebis" ("A ti, que hás de morrer fora da porta, de mão estendida, depois de trazeres o patibulum").

O mesmo autor clássico Plauto em sua obra Carbonaria, fragmento 2, faz outra referência à segunda peça da cruz. "Patibulum ferat per urben deinde adfigatur cruci" ("O patibulum era carregado através da cidade; em seguida pregado na cruz"). Estas palavras foram escritas bem mais de um século e meio antes de Cristo.

Tertuliano, em fins do século II, em Adversus Nationes, livro II, afirma: "Tota crux impatur cum antenna scilicet sua, et com illo sedilis excessu". ("Toda cruz, assim suspensa com sua verga atravessada, e nela sobressai o 'assento'").


Temos, nas citações acima, primeiro o testemunho de um pagão, depois o de um pai da Igreja. Ambos viveram no tempo em que se crucificavam pessoas, e testemunharam a forma da cruz. Há também um testemunho que reputamos valioso.


Maternus Julius Firmicus, escritor latino pagão, que viveu no tempo de Constantino, afirma em sua Mathematica, VI, 31: "Patibulo sufixus in crucen tollitur". ("O patibulum era pregado na cruz levantada").

Ainda segundo outra descrição de Plauto (Cab. 2) o patibulum ou trave da cruz era levada pelo réu simplesmente sobre o ombro, ou passando-o por detrás do pescoço, segurando a trave com as mãos, uma de cada lado.

Rehault de Fleury foi talvez o mais notável pesquisador da cruz. Consultou obras antigas, descrições, iconografias, viajou muito e, depois de longos anos de pesquisa, escreveu sua famosa Mémoire sur les Instruments de la Passion, que publicou em 1870, em Paris. E na página 73 dessa obra ele afirma que a cruz em que Cristo morreu era feita de uma árvore conífera – espécie de pinheiro oriental – e consistia de uma haste vertical e outra transversal. E, baseando-se em testemunhos comparativos, conclui que a cruz deveria ter o stipes (o tronco propriamente dito) de 4,80 m, e o patibulum (haste transversal) de 2,30 a 2,60 m. Seu peso era de cerca de 100 quilos.


Isto coincide com os dados de outro estudioso, Busy que, em sua nota ao Evangelho de S. Mateus (p. 371) afirma que as cruzes pesavam geralmente 100 quilos, sendo que 70 kg era o peso do stipes. Nesse caso, o patibulum deveria pesar cerca de 30 kg.


Outro paciente pesquisador da cruz foi Holzmeister. Em seu livro Christus Dominus Spinis Coronatur, p, 17 diz que a cruz constava de dois travessões: um vertical, chamado stipes ou palus, e outro horizontal, chamado patibulum. O stipes estava ordinariamente cravado no solo, no lugar do suplício.


A Enciclopédia Católica diz: "O stipes da cruz era erguido no local do suplício, fixado no solo antes da execução. Nenhum texto diz que a cruz era carregada inteira. Isto não seria possível no caso de Jesus, pois a cruz teria mais de 4 m e um peso tal que, não apenas um homem enfraquecido pela flagelação seria incapaz de levar, mas mesmo um homem são e robusto. Além do mais, isto exigiria muito trabalho, esforço e tempo sem nenhuma utilidade. O réu, na verdade, levava às costas somente o patibulum (...) A fixação do condenado na cruz era feita na cruz já montada. O condenado era fixado primeiramente no patibulum estendido no solo. A seguir era o condenado erguido pelos executores, o patibulum era encaixado ou pregado no stipes, e concluía-se com a cravação dos pés do condenado".


Outros testemunhos variam, afirmando que, outras vezes, o stipes já se achava fincado no chão. Com o auxílio de escadas os executores erguiam o réu já cravado no patibulum, e completavam o trabalho da execução. Esse pormenor, entretanto, é irrelevante. O que é fora de dúvida é que a cruz, desde antes da era cristã, compunha-se de duas peças, e assim o era a cruz latina.


E o "Staurós"?

Bem, os escritores gregos usam geralmente a palavra staurós para designar a cruz. Segundo o autorizado International Standard Bible Encyclopaedia, a palavra "cruz" tem duas designações no grego: staurós, "uma cruz", e skólps, "uma estaca", "um poste". Esta última indica especificamente uma estaca. A outra, ocasionalmente.
Perto de dez dos melhores léxicos gregos são unânimes em definir staurós como: 1. pau; 2. paliçada; 3. estaca; 4. patíbulo; 5. instrumento de suplício; 6. cruz. Ora, é um contra-senso pretender que a palavra tenha apenas UM desses significados. Da mesma forma, o verbo stauroô, significa "levantar uma paliçada", "proteger com paus", "empalar", "crucificar". Tau é a designação grega da letra T. E o T assemelha-se à cruz. Há até um tipo de cruz exatamente com essa forma. A forma de um T ou, no grego, de um TAU. O verbo sTAUroô, etimologicamente significa "colocar num TAU" (isto é, num T). A palavra "tau" está dentro de staurós e stauroô. Daí o sentido de "crucificar".


A cruz, pois, evoluiu, da simples estaca para o instrumento de suplicio com duas peças. O fato de Constantino ter exaltado a cruz ao ponto de tornar-se objeto de veneração, o fato de a cruz, entre os antigos povos pagãos, ter sido símbolo de fertilidade, dos órgãos de reprodução, e também das coisas ignóbeis, não invalida a veracidade histórica da forma da cruz. Prova apenas que Cristo sofreu a maior humilhação em ter de morrer sobre objeto tão indigno e infamante.


Primeiro Testemunho Arqueológico da Cruz

O mundo todo ficou emocionado com a notícia amplamente divulgada pelos meios de comunicação de massa. Em fins do ano de 1971, arqueólogos israelenses encontraram o esqueleto de um crucificado há cerca de mais de mil anos. Esse achado foi minuciosamente estudado por especialistas, e trouxe muita luz sobre o suplício da cruz. Nas escavações que se faziam para uma construção civil, encontrou-se um túmulo muito antigo.

O Dr. Niqu Has, Diretor da Seção de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade Hebraica (uma das mais famosas do mundo) fez acurados estudos sobre o achado, concluindo que era de "considerável importância antropológica e histórica".

Segundo esses estudos, o crucificado cujo esqueleto fora encontrado tinha a estatura de 1,67m, e idade variável de 24 a 28 anos. No ossário havia inscrito o nome Yehohanan, forma hebraica do nome João.

Outro cientista, o Professor Vassilios Tzaferis, arqueólogo do Departamento de Antigüidades, da mesma Universidade, concluiu que a execução ocorrera no primeiro século da Era Cristã. E isto é muito importante, porque se pode estabelecer um paralelo entre esta crucificação e a de Cristo. A cruz ora descoberta tinha um minúsculo assento, ou sedicula, onde a vítima podia apoiar uma única nádega. Sua finalidade era evitar que o crucificado morresse mais rapidamente e, portanto, prolongar o suplício.


As observações anatômicas indicavam que o homem fora pregado na cruz na posição mais antinatural possível. Seus pés foram superpostos e pregados com um único cravo, ficando as pernas quase paralelas. Um cravo foi pregado em cada pulso, o que contraria a suposição de alguns, de que as mãos receberam um só cravo, acima da cabeça, juntas, como se em vez de cruz fosse uma simples estaca ou poste, sem a travessa à altura da cabeça. Os joelhos foram dobrados, com o direito sobre o esquerdo, "os braços estendidos em sentido horizontal" e o tronco estava contorcido.

Estas palavras são reproduzidas de extenso artigo intitulado "Achado Esclarece o Suplício da Cruz" publicado em O Estado de São Paulo, edição de 05-01-1971. Ambas as tíbias do réu haviam sido fraturadas. Niqu Has concluiu que as pernas foram quebradas por algozes, talvez conto um golpe de misericórdia.

O grande arqueólogo Siegfried S. Horn também escreveu a respeito. Foi a descoberta arqueológica do século, igual em importância a do achado dos papiros do Mar Morto. Diz Horn, num trabalho sobre o acontecimento, intitulado O Primeiro Testemunho Arqueológico da Crucifixão, reproduzido em várias revistas especializadas:


"Verificou-se, depois de detido exame, que os cravos perfuraram não as palmas das mãos, mas sim os braços. Neste caso, o peso do corpo teria dilacerado os ligamentos de cada mão. A descoberta deste crucificado demonstrou que os braços e não as mãos foram perfurados cada um por um cravo".


Minucioso estudo dos vestígios das perfurações em ambos os antebraços da vitima, perto do pulso, revelou que ambos apresentavam o mesmo sinal de um cravo para cada antebraço. Fosse o caso de um só cravo para pregar os dois pulsos, o primeiro teria perfuração mais larga, e o segundo mais estreita, devido à forma afunilada e pontiaguda do cravo, o qual tinha 18 centímetros.


Parece que, em casos de muita robustez do réu, perfuravam-se os pulsos ou o antebraço; no geral, porém, perfuravam-se as palmas das mãos. Como ocorreu com Cristo.


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Portanto, mais uma vez se verifica a robustez da doutrina Adventista do 7º Dia, e como é fácil ensinar inverdades e até heresias (como dizer que Jesus é um "deus menor" em relação ao Pai), quando não se procura aprofundar os estudos da Palavra de Deus.

Novamente, também, reafirmo minha sugestão aos queridos leitores de que busquem sempre estudar os livros, lições, revistas, etc., produzidos pela nossa Igreja, pois só assim poderemos nos fortalecer para as dúvidas doutrinário-teológicas que sempre aparecem em nosso caminho.

A propósito, já fez sua assinatura da Lição da Escola Sabatina e da Revista Adventista para 2012? Daqui há alguma semanas já iniciaremos um novo trimestre. Adquira sua Lição o quanto antes!!!

37 comentários:

lago disse...

Não é um comentário,e sim uma pergunta!Me fizeram uma pergunta se no tempo do fim,antes da perseguição os que aceitarem a fé adventista teriam que guardar dois sábados para irem com jesus?
Não soube responder!
Por favor tire essa dúvida,Marcia, adventista de Bauru obrigada!

Prof. Gilson Medeiros disse...

Olá, Marcia.
Não sei de onde tiraram esta estranha informação.

Certamente não foi de nenhuma publicação oficial dos Adventistas.

Um abraço.

Charles Taze Russel disse...

Boa noite professor, sobre este assunto que apresentou gostava de colocar a minha opinião sobre este assunto:

A cruz é amada e respeitada por milhões de pessoas. A The Encyclopædia Britannica chama a cruz de “principal símbolo da religião cristã”. Mas os cristãos verdadeiros não usam a cruz na adoração. Por que não?

Uma razão importante é que Jesus Cristo não morreu numa cruz. A palavra grega em geral traduzida “cruz” é staurós. Significa basicamente “poste ou estaca”. A The Companion Bible (Bíblia Companheira) diz: “[Staurós] jamais significa duas peças de madeira transversais em qualquer ângulo . . . Não há nada no grego do [Novo Testamento] que sequer sugira duas peças de madeira.”

Em vários textos, os escritores bíblicos usam outra palavra para referir-se ao instrumento usado para executar Jesus. É a palavra grega xylon. (Atos 5:30; 10:39; 13:29; Gálatas 3:13; 1 Pedro 2:24) Essa palavra significa simplesmente “madeiro”, ou “pedaço de pau, porrete ou árvore”.

Explicando por que uma simples estaca era usada para execuções, o livro Das Kreuz und die Kreuzigung (A Cruz e a Crucificação), de Hermann Fulda, diz: “Nem sempre havia árvores disponíveis nos locais escolhidos para execução pública. De modo que um simples poste era fincado no chão. Nele os criminosos eram amarrados ou pregados com as mãos para cima, muitas vezes também com os pés amarrados ou pregados.”

A prova mais convincente, porém, vem da Palavra de Deus. O apóstolo Paulo diz: “Cristo nos livrou da maldição da Lei por meio duma compra, por se tornar maldição em nosso lugar, porque está escrito: ‘Maldito é todo aquele pendurado num madeiro [“numa árvore”, Versão Rei Jaime, em inglês].’” (Gálatas 3:13) Aqui Paulo cita Deuteronômio 21:22, 23, que fala claramente de uma estaca, não de uma cruz. Visto que tais meios de execução faziam da pessoa uma ‘maldição’, não seria apropriado os cristãos terem em sua casa imagens de Cristo pregado num madeiro.

Não há evidência de que aqueles que se diziam cristãos usassem a cruz na adoração nos primeiros 300 anos após a morte de Cristo. No quarto século, porém, o imperador pagão Constantino converteu-se ao cristianismo apóstata e promoveu a cruz como símbolo deste. Qualquer que tenha sido a motivação de Constantino, a cruz nada tinha a ver com Jesus Cristo. De fato, a cruz é de origem pagã. A New Catholic Encyclopedia admite: “A cruz está presente tanto na cultura pré-cristã como na cultura não-cristã.” Várias outras autoridades no assunto têm ligado a cruz à adoração da natureza e aos rituais do sexo praticados pelos pagãos.

Por que, então, foi adotado esse símbolo pagão? Pelo visto, para tornar mais fácil os pagãos aceitarem o “cristianismo”. No entanto, a Bíblia condena claramente qualquer devoção a um símbolo pagão. (2 Coríntios 6:14-18) As Escrituras proíbem também toda e qualquer forma de idolatria. (Êxodo 20:4, 5; 1 Coríntios 10:14) Com muito boa razão, portanto, os cristãos verdadeiros não usam a cruz na adoração.

Assim gostaria que fosse mais claro neste assunto.

Meus cumprimentos

Luís (Superintendente Presidente)

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro Luis, respeito seu ponto de vista sobre este tema, mas não posso concordar com ele pelos motivos que já apresentei no texto.

Se a cruz era um instrumento pagão, o que importa para nós, cristãos, é que ela foi usada para o sacrifício do nosso Salvador, passando a partir de então a ser o símbolo de nossa vitória.

Everton disse...

Caro Prof. Gilson

Mais uma vez tenho que discordar de suas colocações, mas desta vez de forma simples a questão mais importante para os cristãos verdadeiros é: deve-se venerar o instrumento usado para matar Jesus? Quer tenha sido uma única estaca reta de tortura, uma cruz, uma flecha, uma lança, quer uma faca, deve-se usar tal instrumento na adoração?
Suponhamos que alguém que você ama tenha sido assassinado brutalmente e a arma, apresentada como prova no tribunal. Você tentaria obter posse dessa arma, tiraria fotos dela e faria várias cópias para distribuição? Faria réplicas de diversos tamanhos e então transformaria algumas em jóias? Ou produziria réplicas a fim de serem vendidas a amigos e parentes para serem adoradas? É provável que essa idéia lhe seja repulsiva! Mas é exatamente isso o que tem sido feito com a cruz.

Além disso, usar a cruz na adoração é o mesmo que usar imagens, uma prática que a Bíblia condena. (Êxodo 20:2-5; Deuteronômio 4:25, 26) O apóstolo João refletiu com exatidão os ensinos do verdadeiro cristianismo quando exortou seus irmãos cristãos com as palavras: “Guardai-vos dos ídolos.” (1 João 5:21) Eles faziam isso até mesmo quando tinham de enfrentar a morte na arena romana.
No entanto, os cristãos do primeiro século davam muito valor à morte sacrificial de Jesus. Da mesma maneira hoje, embora não se deva adorar o instrumento usado para torturar e matar Jesus, os cristãos verdadeiros comemoram a morte dele como sendo o meio que Deus usa para salvar humanos imperfeitos. (Mateus 20:28) Essa expressão superlativa do amor de Deus trará inúmeras bênçãos aos que amam a verdade, incluindo a perspectiva de vida eterna. — João 17:3; Revelação (Apocalipse) 21:3, 4.


Sema Mais,

Everton Tavares

OBs: Conforme registrado em Atos 5:30, o apóstolo Pedro usou a palavra xy´lon, que significa “árvore”, como sinônimo de stau·ros´, indicando não uma cruz com duas vigas, mas um simples pedaço de madeira na vertical, ou árvore. Foi cerca de 300 anos depois da morte de Cristo que alguns professos cristãos promoveram a idéia de que ele morreu numa cruz de duas vigas. Mas essa idéia se baseava na tradição e no uso errado da palavra grega stau·ros´. É digno de nota que alguns desenhos antigos, que retratam execuções romanas, mostrem um único poste de madeira ou uma árvore.

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro sr. Everton, concordo em gênero, número e grau de que a cruz (ou qualquer outro "amuleto" religioso) não deve ser usado como meio de materializar a fé através de adoração, pois isso afronta o princípio da pessoalidade divina.

Graças a Deus, os Adventistas são equilibrados também nisso, pois sabemos que Cristo morreu, SIM, em uma cruz, mas não a colocamos em quadros, paredes, símbolos, etc... para adorá-la.

A cruz, para nós, é um símbolo de vitória, pois foi lá, SIM, que Jesus colocou fim ao nosso pecado.

Pena que os "russelitas", tão apegados a interpretações equivocadas, não se dêem conta disso!

Um abraço.

Weverton disse...

A Cruz é um simbolo de vitória para Satanás, que fez com que os religiosos daquela época o matassem.

Gilson Medeiros disse...

Caro Weverton, respeito seu ponto de vista, mas não concordo com ele, pois a Bíblia apresenta a Cruz de Cristo como uma vitória. Derrotado mesmo, só o diabo!

A cruz de Barrabás era mesmo um símbolo de fracasso. Mas a de Cristo foi a nossa vitória!

Veja:
1Cor. 1:18
Gál. 5:11; 6:14
Efés. 2:16
Filip. 3:18 (não seja mais um inimigo da cruz de Cristo)
Col. 1:20
Col. 2:15 (a Cruz foi o triunfo de Cristo)

thiago disse...

Sr. Gilson,não somos nós TJs que afirmamos cegamente que Jesus não morreu numa cruz de duas vigas e sim as evidencias que ja foram explecadas em outros comentarios.E nós não estamos querendo enfraquecer a fé ou as doutrinas cristãs e sim corrigir e expor erros repassados e aceitos por inumeras gerações desde que constatino oficializou a apostasia

jp disse...

jp_pj@hotmail.com
hola meu nome é Joao Paulo sou estudante de teologia da universidade adventista de chile em chillan.
gostaria de falar a respeito de verbos gregos para ajudar voces numa melhor comprençao,sobre o presente asunto da cruz.
cruz en grego: STAUROU que NÂO é = a: madeiro,estaca.por que na Septuaginta nao foi traduzido por Staurou(como aparece no antiguo testamento.Exo35:18,38:31).
A unica mensao de Staurou no antiguo testamento é em Ester capitulo 7:9,10 que tem o significado de ^enforcar^.
poriço nao podemos afimar que Staurou é = a estaca.pois a biblia não dar apoio a isso.Stauros podia ser uma viga transversal apenas ou uma estaca, ou ainda os dois juntos.
Stauros como "estaca" é apenas uma possibilidade, e não uma afirmação, e isso sem considerar tempo, lugar e governo.
Nos dias de Cristo existiam três tipos de cruz, a saber: cruz de Santo André, do formato de um "X"; cruz comissa, ou de Santo Antonio, da forma de um "T", e a cruz ímmíssa. Pela inscrição posta sobre a cabeça de Jesus, JESUS NAZARENO REI DOS JUDEUS, podendo ser lida à distância, em três línguas (hebraica, grega e latina) Lc 23.38; Jo 19.19 e 20, fica mais claro que o sol do meio dia que Jesus foi crucificado na crux ímmissa. A morte de Jesus na cruz era algo que nao entendiam, veja o que diz o apostolo paulo no seculo 1 dc em 1corintios1:18a23. apenas para esclarecer(os gentios que Paulo menciona era as etinias nao judaica que tinham contato com amensagem cristã, especialmente os grego e os romanos que acreditavam que era uma completa loucura a mensagem da cruz.) a crucificaçao era praticada desde o 6(sexto) seculo antes de cristo ate o seculo 4 da era cristã quando foi finalmente abolida por ordem de constantino primeiro en 337 depois de Cristo. os fenicios e gregos costumavam usala para punição politicos e militares, ja os persar eos catarginences usavem para punir aoutos aficial e comandantes bem como a lideres rebeldes, os romanos por sua vez usavam a cruz para punir as classes inferiores como escravos criminosos violentos e posssives guerrilheiros de provicias rebeldes, e foram os romanos diga-se de pasagem que se especialisaram nessa terivem forma de tortura fisica mental chamada crucificaçao.para mais informaçoes veja o video http://www.youtube.com/watch?v=oxINyDrlq8A&NR=1,.. que Deus abençoe voces ..

Anônimo disse...

Prof Gilson, saudações.

Gostaria de parabenizá-lo pelo post. Possuo esta bela obra de Arnaldo Cristianini.
Infelizmente os nossos amigos jeovitas insistem tanto nessa tecla e parece que nem sequer leram o que foi postado. Além dos fortes argumentos linguísticos, ainda há os relatos históricos e arqueológicos que comprovam a autenticidade da morte expiatória de Cristo num infame objeto como a Cruz.

Gostaria de pegar apenas um trecho do que foi postado: "Perto de dez dos melhores léxicos gregos são unânimes em definir staurós como: 1. pau; 2. paliçada; 3. estaca; 4. patíbulo; 5. instrumento de suplício; 6. cruz. Ora, é um contra-senso pretender que a palavra tenha apenas UM desses significados". Faço das palavras do saudoso pr Cristianini as minhas palavras, É um contrasenso e uma pretensão querer que Staurós tenho apenas UM SIGNIFICADO!

Se você acompanhar o texto bíblico atentamente veja: "Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos e não meter o dedo no lugar dos cravos, e não meter a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei." (joão 20:25)
Note: "o sinal dos CRAVOS em suas MÃOS..." cravos está no plural e na frase se refere explicitamente as mãos. Se ele tivesse sido pregado em uma estaca necessitaria de cravos nas mãos, um só não teria pregado mãos sobrepostas? Não venham me dizer que os pés entram no contexto porque não entram, analise a frase e veja que se referem as mãos.

No mais caros amigos jeovitas o post já é mais do que suficiente para esclarecer a verdade presente. Nosso Salvador foi SIM pregado numa infame Cruz.

Um abraço prof Gilson que Deus o abençoe.

Wagner Gomes

Anônimo disse...

Sabemos com certeza que as suas mãos ou seus braços não foram simplesmente amarrados, pois Tomé disse mais tarde: “A menos que eu veja nas suas mãos o sinal dos pregos.” (João 20:25) Isto pode ter significado um prego em cada mão, ou o plural “pregos” pode referir-se a marcas de pregos nas ‘suas mãos e nos seus pés’. (Veja Lucas 24:39.) Não temos condições de saber onde precisamente os pregos o perfuraram, embora obviamente tenha sido na área de suas mãos. O relato bíblico simplesmente não provê detalhes exatos, nem há necessidade disso. E, se os eruditos que examinaram diretamente os ossos encontrados perto de Jerusalém, em 1968, nem podem ter certeza como aquele corpo foi posicionado, isto certamente não prova como Jesus foi posicionado.
Assim, reconhecemos que as representações da morte de Jesus em nossas publicações, como se vê na página 24, são meramente concepções artísticas do cenário, não afirmações anatômicas absolutas. Tais representações não precisam refletir as mutantes e conflitantes opiniões de eruditos, e os desenhos definitivamente evitam símbolos que se originam do antigo paganismo.

Thiago disse...

Engraçado! Por quase 2 mil anos um so significado foi aceito,o de CRUZ (+).Por menos de cem anos alguem questiona,mostra que existe a possibilidade de um objeto que chega a ser venerado por muitos pode nem ter sido o instrumento usado para torturar Jesus até a morte.Agora dizem que quem é taxativo são as TJs.Muito engraçado como oposição vira situação. Notem a grafia grega e porutguesa e me motrem uma esplicação da etmologia da nossa palavra para estaca e de cruz. Estaca, Stauros. Cruz, ????.

Gilson Medeiros disse...

Thiago, leia a postagem novamente, e você verá a resposta à sua pergunta.

Um abraço.
Gilson.

Weverton disse...

Está ai o erro,ser um objeto venerado por muitos. por isso que a cruz(+) foi adotada, pois era um simbolo pagão do deus tamuz, e a partir do 2º ou 3º século, a igreja utilizou o simbolo +,para atrair esses novos fiéis, que já utilizavam a cruz(+) em sua adoração pagã.

Thiago disse...

Eu li a postagem.Há um detalhe Sr Gilson.Se formos pesquisar,vamos encontrar quem diga que foi numa estaca,quem diga que foi num poste transversal,quem diga que Jesus não existiu,quem diga que Jesus foi um revolucionário,quem diga que ele foi o mesmo Deus Todo Poderoso,quem diga que ele foi só um homeme comum.E esses comentários virão tanto de religiosos como de cientistas e historiadores.Enfim, a verdade que Jesus pregou foi obscurecida ao longo dos seculos.O que vem da parte da igreja catolica as vezes pode até ser verdade,mas deve ser investigada e vista com desconfiança até que se prove ser erdade.Um exemplo é a cruz.Se nós Tjs por meio de pesquisa acreditamos pela biblia e pela lógica que o stauros foi um poste vertical e nada mais,pelo seu comentário e pelos léxicos deixa claro que acreditar assim não é um erro.Eu estava pesquisando num site judaico e por incrivel que pareça eles postaram a expressão estaca de execução.
http://www.shemaysrael.com/artigos/123-devocional/1579-esta-consumado.html
Confira por favor. Por que uma estaca é assim (I)e não assim (+).
Obrigado pela resposta e espero que possa ver o site citado.

counter74 disse...

a bíblia judaica completa do teólogo judeu messianico dr david h stern, também menciona estaca de execução.

Thiago disse...

É isso que eu perguntei. Uma estaca é um poste reto sem uma barra transversal. O que eu senti que o Sr. Gilson e outros em muitos lugares tentam fazer é dar a entender que é um absurdo nós TJs termos o entendimento e divulgarmos que Jesus morreu numa simples estaca. Como já disse em outro comentário nós que questionamos quem aceita a chamada cruz latina. E pelo post do Sr Gilson e por pesquisas fica evidente que não se pode ser taxativo nem para um lado nem para o outro,mas, se tradutores hebraistas usam o termo estaca entao fica evidente que não importe que Tj entendeu assim,as evidensias biblicas e a logica e a historia deixam claro que é mais provavel a estaca do que a cruz. Acho engraçado que com a tamanha gama e facilidade de informação que hoje existe e que não havia nos tempos de Rutherford ainda exista tanta discussão por esse assunto. No dia que não tiver nenhuma sombra de duvidas sobre a questão da cruz e se provar não por simples tradição Catolica que Cristo morreu na cruz, o povo de Jeová vai aceitar. Até lá não aceitaremos.

Gilson Medeiros disse...

Prezado Thiago, obrigado pelo comentário.

Como este tema, na minha opinião, é secundário, não vejo motivos para ficar "rebatendo" sua opinião.

Creio que Jesus morreu em uma cruz, e as evidências arqueológicas, bíblicas e teológicas demonstram isso.

Para mim, é o que basta!

Um abraço.
Gilson.

Thiago disse...

Idem.
Assim como O Sr. têm o que questionar sobre nós Tjs eu também tenho muitas coisas para questionar sobre os Adventistas em geral.
Seria bom se pudessemos conversar pessoalmente mas como isso não é possivel vamos ficar como estamos.

Thiago disse...

Há tambem uma informação que eu estava esquecendo de postar. Eu senti que o Sr. tenta colocar como se nós achassemos que só existia a estaca nos dias de Jesus. Nós sabemos que no decorrer da historia da humanidade existiram e existem vários instrumento que podem ser considerados como Cruz. Você no inicio do post deixou claro que a definição de simples estaca tambem existe e no paragrafo seguinte usou a expressão: Há, contudo, entre os autores latinos, referências muito claras a outra espécie de instrumento de execução. Claro que existiam. Mas note, autores LATINOS. Como eu comentei, e o Sr. tambem deve saber,muitas conclusões de descobertas são influenciadas por coceitos pessoais.Exemplo: a descoberta de um barco que pode ter sido usado por Pedro. Realmente pode ter sido usado, mas, o quanto isse é realmente possivel. Então para finalizar de vez a questão "JEOVISTA"
que o Sr. questionou digo novamente: No dia que ficar claro, evidente, de modo imparcial, que não só a cruz mas,todos os outros dogmas e entendimentos Católicos que foram herdados por outras supostas religiões cristã são biblicamente corretos(Teologia é suspeita também, usei biblicamente devido ao que diz João 17:17) nós aceitaremos.Até lá ficamos como estamos. E sobre seu comentário introdutorio do post "exímias em encontrarem motivos para questionarem as doutrinas bíblicas, levando as pessoas a duvidarem da autenticidade da fé cristã" cabe muito mais para os adventistas como um todo,visto não existir só um tipo de adventista do que para nós Tjs.

Agradeço a atenção.

Anônimo disse...

Os TJ tentam o tempo todo contradizer a Palavra de Deus; as verdades de hoje, serão as mentiras de amanhã.Antes eles anunciavam que Jesus havia sido crucificado, como mostra no livro Milhoes que agora vivem jamais morrerão e em outras literaturas, que ate mesmo se encontram no site Biblioteca TJ, para baixar gratis, e poderão ver que oque eu estou dizendo é verdade.A Biblia mostra que foram dois cravos nas mãos e não um cravo nas mãos e a descrição em tres lingua estavam acima de sua cabeça e não acima das mãos.Eu prefiro ficar com oque a Biblia diz. Fiquem na paz do Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Gustav disse...

''A forma da cruz [cruz de duas vigas] teve origem na antiga Caldéia e foi usada como simbolo do deus Tamuz [tendo a forma do tau místico, a letra inicial de seu nome] naquele país e em terras adjacentes, inclusive no Egito. Por volta do terceiro século A.D., as igrejas ou se haviam apartado ou tinham arremedado certas doutrinas de fé cristã . Afim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico apóstata, aceitavam - se pagãos nas igrejas, à parte de uma regeneração pela fé, e permitia-se-lhes em grande parte reter seus sinais e símbolos pagãos. Assim se adotou o Tau ou T, na sua forma mais frequente, com a peça transversal abaixada um pouco, para representat a cruz de Cristo.'' - An Expository Dictionary of New Testament Words (Londres, 1962), W. E. Vine, p. 256

Gilson Medeiros disse...

Caro Gustav, obrigado pelo comentário.

Fiquei feliz ao lê-lo, pois pude ver que Jesus sofreu uma humilhação ainda maior do que a que eu imaginava, pois foi morto em um símbolo originado no paganismo.

Glória a Deus, que a Cruz foi "transformada" de um mero símbolo pagão a um símbolo de vitória, pois nela o nosso Salvador, o Deus-Homem Eterno, venceu a morte e nos deu a certeza da salvação (cf. Efés. 2:16)!

Um abraço.
Gilson.

Anônimo disse...

Essa pessoas da TJ infelizmente, estão fazendo com que as pessoas que não conhecem a palavra, se afatem cada vez da verdade do Senhor Jesus, e o pior que vão de porta em porta apostatar da fé cristã.

Anônimo disse...

bem esse negocio q cristo morreu numa cruz ou em uma estaca nao tem importancia afinal ele deu sua vida para nos salvar . AGORA O Q MAIS ME DEIXA INTRIGADO É PORQUE MUITAS RELIGIOES ACHAM Q A CRUZ É ALGO SAGRADO OU IMPORTANTE ? AS CITACOES EM EFESIOS 2:16 , FALA QUE : PELA CRUZ TODOS OS HUMANOS IRIAM SE RECONCILIAR COM DEUS , MATANDO COM ELA AS INIMIZADES.

ORA É COMO SE COMPARASSEMOS UM FILHO QUE MERECESSE LEVAR UMA SURRA DO PAI , ONDE O OBJETO UTILIZADO PELO PAI PARA SURRRAR O FILHO FOSSE UM CINTO POR EXEMPO SENDO ASSIM O CINTO APANES SERVIU COMO OBJETO USADO PARA QUE O PAI PODESSE SURRAR O MENINO E NAO COMO ALGO PARA SER VENERADO POIS FOI ALGO QUE CAUSOU SOFRIMENTO NA MENINO.


O MESMO EU FALO DA CRUCIFICAÇAO ORA A CRUZ OU A ESTACA SO SERVIU PARA QUE CRISTO SOFRESSE POR NÓS . OU SEJA UM OBJETO USADO PARA TIRAREM SUA VIDA E COMO Q ESSE OBJETO AINDA PODE SER VISTO COMO ALGO IMPORTANTE ? NA MINHA OPINIAO O QUE IMPORTA DE VERDADE É O FATO DE ELE TER DADO SUA VIDA POR NÓS , O SOFRIMENTO Q ELE TEVE Q PASSAR A HUMILHAÇAO É NAO OA Q FOI UTILIZADO PARA TAL COISA.

se falei alguma besteira q ofenda os principios biblicos alguem me diga pois nao tenho conhecimento profundo dos mesmos sou um ser humano limitado ...

mac.

Anônimo disse...

apenas um comentario, nao vou debater o assunto. Leiam Joao 3:14, depois leiam Numeros 21:9, vejam a similaridade, a serpente na estaca representava vida e cura para os israelitas, ou seja, prefigurava o prometido messias, que seria levantado da mesma maneira, assim que exercesse fe tria cura e vida por meio dele, e digo mais, la no passado se quebrava as pernas das pessoas pregadas na estaca para que ficassem penduradas pelos bracos, sem conseguirem se apoiar pelas pernas, assim elas morriam sem ar, ou porque vcs acham que quebraram as pernas dos que estavam pregados ao lado de Jesus? no caso dele nao foi necessario quebrar as pernas, cumprindo assim tbm uma profecia, mas o sistema de quebrar as pernas nao teria nenhuma utilidade se eles fossem prgados numa cruz, eles ainda conseguiriam respirar muito bem, quebravam as pernas para faltar o ar e acelerar a morte, numa cruz nao seria possivel

Ana Claudia. Adventista do Sétimo Dia- Salvador- BA disse...

É um absurdo como as pessoas buscam minimizar ou até mesmo inferiorizar o grande sacrifício feito por Cristo na cruz, na tentativa de provar que Jesus morreu em um madeiro se perde de vista a verdade de que sua morte trouxe para nós a salvação e que ao ser erguido ali Ele deu sua vida por todos nós mesmo aqueles que não o aceitam como seu salvador pessoal. Jesus Cristo sendo o proprio Deus como fica provado em João 1, veio para os seus e os seus o rejeitaram, crucificaram e até hoje vem a publico tentar destruir esta importante doutrina da salvação. O fato de ter sido feita instrumento de adoração nada tem que ver com seu formato e sim com a apostasia, pedaços de madeiro seriam vendidos tanto como pedaços da cruz. O mais importante é que Jesus foi morto, mas ressurgiu e derrotou a morte para que Nele tenhamos a vida eterna João 3:16. Cristo voltará em breve, preparem-se!!

Luis Chacon disse...

Desculpem, sei que talvez não seja o meio adequado, ainda nào li o post, não sei nem se vou conseguir, tamanho é meu desanio, não vim comentar desta vez, apenas vim pedir orações. Começaram uns problemas que podem, na verdade já estão, atingindo toda minha família. Se os irmãos que lerem este comentário puderem incluir minha família em suas orações agradeço do fundo do meu coração. Acredito profundamente na oração intersessoria. Muito obrigado, desculpem, feliz Sábado e que Deus vos abençõe a todos (até os que não orarem por qualquer que seja o motivo). Abraço

Anônimo disse...

Ah turminha belicosa esses TJs. Basta mostrar um equívoco da "teologia" deles pra virem igual um bando de abelhas... rsrs Infelizmente usam mais a emoção do que a razão. A STV sabe muito bem manipular essa turma. Meu Pai...

Wagner Gomes

cainan freitas disse...

Quantas vigas tem uma cruz? Sem sombra de dúvidas você responderia 2, ademais ela é formada por um viga horizontal e uma transversal. Mas, pelo que li no post apresentado, me chamou muito a atenção. Na verdade, sabemos que, muitas coisas que temos hoje no cristianismo não é realmente verdade.
Mas a questão discutida entre as testemunhas de Jeová e os adventistas
questiona que Jesus morreu num instrumente de 2 vigas (uma cruz) ou num instrumento de uma viga (uma estaca). Não quero defender nenhum dos grupos, mas quero chamar a atenção para o que a bíblia diz a respeito no texto de Esdras 6:11 "Também por mim se decreta que todo homem que alterar este decreto, 'uma viga' se arrancará da sua casa, e que seja ele levantado e pendurado nela; e que da sua casa se faça um monturo."
Observaram? a bíblia é clara em dizer que neste caso pessoas como os que foram pendurados ao lado de Cristo deveriam ser pregados em um instrumento de UMA VIGA e não duas.
Em suma, não venho afirmar que Jesus não morreu numa cruz, mas sim para apontar não a opinião das TJ mas sim da Bíblia.

Anônimo disse...

Jesus morreu em uma cruz sim leia ef 2 16

Anônimo disse...

APOSTASIA! Nenhum outro povo pregam como jesus - mateus 28:19,20... assim como os tjs .... alguma outra religiao ja bateu na sua porta pra falar da biblia? Claro q nao . Vc faz isso... pregar,??? Pra quem nao sabe a diferenca entre o Pai " Jeova" e o Filho " Jesus" ... acho q seu estudo da biblia precisa ser intensificado... ao inves de ficar criticando os outros .

Anônimo disse...

Bom acho que isso e perda de tempo sendo que jesus morreu pela humanidade afim de que todos tivessem a oportunidade de viver p sempre nos livrar do pecado q Adao e Eva nos colocou... A cruz e sim questionada pesquizas profundas falam de madeiro realmente ... mas a verdade sobre o sacrificio de jesus e o Amor de seu Pai Jeová acho q ninguem duvida que este seja o nome de Deus... entao o sacrificio o amor e tudo q cristo e seu pai fez q temos q focar...

Pense como ele ta agora vendo semelhamtes nesse debate bobo...
Marcelo L.

Open My Illusions disse...

Rafael V.

Deve-se pesquisar muito bem um assunto antes de se postar uma informação Gilson de Medeiros. Ainda mais se tratando de um livro tão sagrado como a Bíblia. Já fui uma Testemunha de Jeová e sei que não são apenas eles que chegaram a conclusão de que a forma como a grande maioria de nós imafinamos a forma do instrumento em que Jesus foi executado, esta errada! Levaria horas aqui pra disserta com o Senhor sobre os fatos e os estudos que fiz sobre esse assunto. Acredito que boa parte das fontes que pesquisei estão nesse site: http://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2010/09/01/cruz-ou-estaca/
Entender a verdade sobre esse assunto infelizmente pra nós envolve não apenas a grafia da palavra usada já que ela está sempre dentro de um contexto histórico. Acredito queo entendimento correto do termo usado envolve um estudo dos hábitos dos contemporâneos a essa prática. Se tiver tempo leia.
Meu e-mail é ctrlneo@hotmail.com

Marcelo disse...

Jesus, morreu em uma estaca, o "patibulum" que é falado é onde os presos ficavam amarrados quando saiam para serem mortos...braços esticados com o "pau" passando por traz do pescoço.

As perfurações eram nos braços pois os ossos das mãos não aguentavam o peso...mas todos os ladrões que nao foi o caso de jesus tinhas as mãos furadas.

Isso é história nada haver com religião.

Os católicos mesmo mandaram queimar principalmente mulheres com alegação de bruxaria em estacas.

A cruz é um símbolo criado pelos cristãos.

Abraço

Anônimo disse...

Caro autor do Blog, a paz de Cristo o assista nas suas respostas. Tenho lido e constatado, mesmo noutros blogs, que existe tanta confusão entre os seguidores de Cristo (as várias igrejas de cristãos), relativamente ao entendimento que uns têm e outros têm de modo diferente, em relação à interpretação da verdade doutrinal e histórica da doutrina de Jesus e da Bíblia, que perdemos mais tempo e pecamos muito mais pelo orgulho da razão, do que a praticar e a viver humildemente o que nos dita a consciência ao coração. Digo isto, porque se verifica que muitos pontos de vista aqui defendidos, até com azedume, estão completamente errados, porque são baseados em interpretação superficial ou tendenciosa da Bíblia. Como diz o Papa, a interpretação da Bíblia requer Fé e Sabedoria – a Sabedoria é dada pelo Espírito Santo à Igreja, e a Fé deve ser pedida com humildade ao Senhor, por cada um de nós, a fim de que possamos confiar e aceitar a Verdade que queremos viver no Senhor, mesmo que não compreendamos tudo, porque não nos foi dado compreender tudo. É uma barbaridade ver as diversas igrejas discutirem de suas razões e verdades, umas contra as outras, quando uma só é a Igreja e a Verdade que é Cristo. "Com cristãos assim, quem precisa de ateus"? Pois eu lhes garanto que a Cruz do Senhor foi completa e Ele a transportou aos ombros até ao Calvário. E os fenómenos dolorosos da Sua Agonia no horto, a Sua prisão, percursos e julgamento, da Sua flagelação, da Sua coroação de espinhos, do Seus despojar das vestes, da Sua crucificação e da Sua longa Agonia final foram tão pavorosos que, todos os cristãos permanecem ignorantes em relação a isso e em relação a muitas outras passagens bíblicas; mas adoram discutir miudezas uns com os outros... Então, se quiserem dar-se ao bom trabalho de ler/meditar nas revelações profundas de Jesus aos Seus Santos e Discípulos, nas quais o Próprio Jesus nos revela e desenvolve pormenorizadamente toda a Sua verdade contida na Bíblia, sem evasivas nem erros teológicos ou arqueológicos dos intérpretes humanos, para não mais termos dúvidas de quem é Jesus, do que Ele ensinou, e qual é toda a verdade histórica e divina da nossa salvação, recomendo, recomendo, recomendo que podem e devem ler: - “o evangelho como me foi revelado” – Maria Valtorta; “vida, paixão e glorificação do cordeiro de Deus” – beata Anna Catarina Emmerich; “a mística cidade de Deus” – beata Maria de Jesus de Agreda; “a verdadeira vida em deus” – Vassula Ryden; “testemunho do juízo final” – Glória Polo; “santa missa” – Catalina Rivas; “revelação de Deus Pai” – santa Catarina de Sena. Para todos os cristãos e não-cristãos, para a glória do Senhor.

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