quinta-feira, julho 02, 2015

O "Chifre Pequeno" de Dan. 8

Em meus seminários sobre Daniel e Apocalipse, já observei que um dos pontos mais complexos para os irmãos entenderem é a "identidade" do tal "chifre pequeno" do capítulo 8 de Daniel. Graças ao bom Deus, e ao nosso Divino Professor - a Pessoa maravilhosa do Espírito Santo, não fomos deixamos em trevas sobre este assunto, e a IASD possui todo o conhecimento histórico e teológico sobre ele.

Aproveito para colocar aqui para vocês o esboço deste tema, pois sei que muitos também devem ter dificuldades para entender e explicar esta parte da profecia. Como Adventistas, somos muito eficientes em detalhar a profecia do verso 14. Mas se não entendermos o contexto no qual este verso está inserido, ficará difícil defendermos a fé diante das heresias que existem por ai com relação ao livro de Daniel.

O CHIFRE PEQUENO

I. Quem é o chifre pequeno de Daniel 8?

O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” – Dan. 8:8-14.

O bode de que trata a profecia é a Grécia (vv. 21-22). Os 4 chifres notáveis do império grego foram os 4 generais que sucederam Alexandre, o Grande: Ptolomeu, Cassandro, Lisímaco e Selêuco.

Na versão Almeida Revista e Atualizada (uma das mais utilizadas no Brasil), o v. 9 começa com a expressão: “de um dos chifres”. Porém, o texto original traz o seguinte: “de um deles”. Esta tradução é confirmada pela respeitada King James Version, em inglês. Ou seja, a palavra "chifres" foi acrescentada na tradução para a nossa língua, mas não consta no original no qual o texto foi escrito.

É importante analisarmos o detalhe acima, porque o texto em português dá a entender que o chifre pequeno surgiu “dos outros 4 chifres”, ou seja, ele seria proveniente do império grego. Os que defendem esta teoria (os chamados preteristas), como a maioria dos evangélicos e católicos, baseados também neste equívoco de tradução, dizem que este chifre pequeno é representado por ANTÍOCO EPIFÂNIO. Eles apresentam os seguintes argumentos:

a) Antíoco foi um rei selêucida - Como membro desta dinastia de reis, ele surgiu de um dos 4 chifres mencionados em Dn 8:8, pois esta foi a origem do chifre pequeno.
b) A sucessão de Antíoco foi irregular - Este argumento está baseado no v. 24 do cap. 8.
c) Antíoco perseguiu os judeus.
d) Ele contaminou o templo de Jerusalém e interrompeu seus serviços.

Porém, um estudo mais acurado da Bíblia e da História nos mostra que Antíoco não satisfaz os requisitos para o poder representado pelo chifre pequeno de Daniel. A natureza do chifre pequeno rejeita Antíoco como sua identidade:

a) Grandeza comparativa do chifre pequeno - Antíoco jamais atingiu tão grande poder quanto o que é descrito relacionado ao chifre pequeno. O verbo “engrandecer” (GADAL) aparece somente uma vez em relação com à Pérsia e somente uma vez com relação à Grécia. Porém, aparece 3 vezes relacionando-se ao chifre pequeno. Mostra-se, assim, que o chifre teria um poder progressivo e crescente, até o tempo do fim (vv. 17, 19, 26).
b) Atividades do chifre pequeno - conquistas e atividades anti-templo muito maiores que as realizadas por Antíoco.
c) Fatores de tempo para o chifre pequeno - origem, duração, fim. Antíoco reinou por alguns anos (de 175 a.C. até 164/3 a.C.), porém o chifre pequeno tem seu reinado até dias bem posteriores a estes (8:17, 19, 26). Ele era o 8º de uma dinastia de mais de 20 reis selêucidas.
d) Natureza do chifre pequeno - conforme a profecia, este chifre seria “quebrado sem esforço de mãos humanas” (v. 25). Isto mostra a maneira singular com que o chifre seria derrotado. Ou seja, o próprio Deus intervirá para colocar um fim à perseguição de Seu povo, produzida por este poder blasfemo e arrogante. O que não ocorreu com Antíoco, que morreu de causas naturais durante uma campanha pelo Oriente.
e) Origem do chifre pequeno - como mencionado acima, há um problema na tradução do início do verso 9, pois o original hebraico afirma que o chifre pequeno sairia “de um deles”, fazendo referência aos 4 ventos citados no final do verso 8.

A tradução correta do início do v. 9 (ou seja, "de um deles"), sugere que o chifre pequeno sairia de um dos 4 "ventos" (é só ler o final do v. 8), ou seja, de um dos 4 pontos cardeais. Roma veio do lado Oeste, e cumpre todos os demais requisitos para que o chifre pequeno seja identificado com sua fase pagã e papal, principalmente.

II. Algumas Características Importantes (Dn 8:19-26)

1. Ele sobe no meio dos 10 chifres do animal, após derrubar 3 deles – o chifre surgiria do império romano, e abateria 3 dos 10 reinos que formaram este império (foram 3 destes 4 reinos: Visigodos, Vândalos, Hérulos e Ostrogodos) - Dan. 7:20.
2. Ele possuía olhos, como os de homem, bem como uma boca “arrogante” e “insolente” – o poder representado pelo chifre pequeno é um poder temporal, religioso e com pensamentos arrogantes e orgulhosos relativos ao seu alcance de dominação mundial.
3. O chifre pequeno parecia mais “robusto” do que os seus “companheiros” – ele conseguiria em certo momento dominar até mesmo o poder temporal, bem como o religioso.
4. Fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles – seria um perseguidor daqueles que desejassem permanecer fiéis às leis de Deus, e rejeitarem a contrafação que o chifre pequeno apresentaria ao mundo.
5. Proferiria palavras contra Deus – sua pretensão seria tal que até mesmo as prerrogativas divinas este poder tomaria para si.
6. Magoaria os santos de Deus – a perseguição seria feroz e grande.
7. Mudaria os tempos e a lei – o sábado da lei de Deus seria alterado por um outro dia de guarda, em obediência total ao poder do chifre pequeno.
8. Dominaria os santos por 3,5 tempos (ou seja, por 1260 anos - cf. Dn 4:16, 23, 25, 32; 7:25; 11:13; 12:7; Ap 11:2, 3; 12:6, 13; 13:5) - durante este período de tempo, os santos estariam quase que totalmente à mercê das sangrentas perseguições do chifre pequeno (isso ocorreu de 538 d.C. a 1798 d.C.).
9. Seria julgado pelo tribunal divino, e destruído – chegará o momento em que Deus mesmo intervirá definitivamente, e o chifre pequeno, com todos os seus seguidores, será destruído ante a autoridade do Deus Eterno.

Não há como fugir da realidade histórica de que apenas um poder encaixa-se nas características reveladas em Daniel sobre a identidade do chifre pequeno: ROMA, em suas fases pagã e papal. Vejamos porque:

1. Veio após o império grego;
2. Foi um poder forte e dominador;
3. Conseguiu prevalecer sobre o reino temporal e religioso;
4. Dominou quase todo o mundo por 1260 anos de perseguição religiosa;
5. Colocou um sistema de mediação para obscurecer o sistema do Santuário de Israel;
6. Proferiu blasfêmias e arrogâncias, ostentando-se como possuidor das prerrogativas da Divindade;
7. Alterou a Lei de Deus, exatamente no elemento de tempo desta lei – o sábado (Êx 20:8-11).

Um exemplo da arrogância com que o chifre pequeno tenta usurpar as prerrogativas que só pertencem a Deus, foi demonstrado aqui no Brasil, em 01 de maio de 2004, quando o então pontífice católico romano “concedeu” perdão total aos pecados de todos os brasileiros devotos de “Nossa Senhora Aparecida” (a cópia transcrita da reportagem, exibida por um telejornal de grande audiência no País, está em meus arquivos). Quer blasfêmia mais arrogante do que esta?!

Isso ainda é pouco para as pretensões do chifre pequeno de Daniel... muito mais ainda está para vir... é só aguardar.

Mais uma vez, os Adventistas saem ganhando por utilizarem o mesmo método que Jesus utilizava para interpretar as Escrituras, ou seja, o MÉTODO GRAMÁTICO-HISTÓRICO, que permite que a própria Bíblia se revele no estudo da História das nações.

Os preteristas (católicos ou evangélicos), que colocam os cumprimentos de Daniel e do Apocalipse, quase que totalmente no passado; e os futuristas (católicos ou evangélicos), que os colocam no futuro, não resistem a um estudo cuidadoso e profundo das profecias.

Vivemos no limiar dos últimos dias, quando aquela “pedra” de Daniel 2 será jogada dos céus, e um Reino Eterno será instituído, cujo poder e autoridade permanecerão pelos séculos dos séculos.

Amém!

"Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente" (Dan. 12:1-3).

18 comentários:

filosofia disse...

Ótimo tema, e foi bem explicado;

Ademir Espin disse...

BOa tarde professor. Desculpe estar perguntando aqui nesse espaço de comentario, mas não encontrei outrolocal para se fazer outra pergunta.
Eu queria saber a respeito de jogos,fiquei sabendo que Deus é contra jogos de azar, como por exemplo, loterias, mega senas, etc.
Será que pode me esclarecer e mostrar exatamente quais os versiculos aonde aponta isso na biblia? Agradeço.

Anônimo disse...

Pr.
ótimo estudo aqui apresentado (em especial a explicação para a origem do chifre pequeno foi muito boa pois essa má tradução sempre gera dúvidas).
E a conclusão com Dn 12:1-3 foi com chave de outro (para mim uma das passagens mais fortes e lindas da Bíblia - aliás, o livro inteiro de Daniel é "animal"...rsrs).
Maranata!!

Fernando Machado

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro Fernando, obrigado pelo comentário.

O livro de Daniel é mesmo "animal"...rsrs

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro Ademir, do lado direito da tela, logo abaixo do "perfil" do blog, vc encontra meu e-mail pessoal, que pode ser usado para envio de dúvidas específicas.

Com relação aos jogos de azar, a Bíblia não trata especificamente deste tema, como não o faz com muitos outros que não eram tão "atuais" na época dos escritores bíblicos.

O problema dos jogos de azar é que você ganha o que muitos outros tiveram que perder. Por exemplo: A Megasena, citada por você, só sorteia prêmios milionários porque milhões de apostadores perderam seu dinheiro.

Segundo a Bíblia, devemos viver do nosso trabalho, e não de rendas provenientes de jogos de azar (cf. Gên. 3:19).

Espero ter ajudado.

Prof. Gilson Medeiros disse...

Obrigado "filosofia", fico feliz em ajudar meus irmãos a fundamentarem sua fé, que é firmada sobre uma Rocha inabalável de doutrina, revelação e graça.

Um abraço.

Cartas do céu! disse...

Deus seja louvado.
Muito boa explicação professor.

Enviei uma duvida para o seu e-mail, aguardo resposta.

Um forte abraço!

Guilherme Vieira disse...

Muito bom o tema escolhido, Prof. Gilson. Aqui em beagá, infelizmente, existem muitos irmãos, "frequetadores destes movimentos leigos" que de vez em quando aparecem tendo uma nova luz, que distorcem muito as profecias de Daniel e Apocalipse.E uma delas é o final de cápitulo 12 de Daniel, sobre os 1290 dias e 1335 dias. Sabemos que pelo estudo da Bíblia e Espírito de Profecia, se referem a anos. Assim, é muito bom ver a igreja estudando as profecias, pois, não havendo profecia, o povo se corrompe, e temos uma missão: A TRÍPLICE MENSAGEM ANGELICAL.
Um abraço.

Prof. Gilson Medeiros disse...

Pois é, Guilherme, infelizmente tem muita gente metida a "sabida" que anda nas igreja trazendo novas interpretações às profecias da Bíblia.

Fico mais triste ainda em ver que há muito irmão, até sincero, que "adora" este sensacionalismo nas pregações, e fica dando ouvidos aos equívocos destes pseudo-profetas modernos.

Como você lembrou, precisamos estudar bem e fundamentar nossa fé, para não sermos enganados pelas ciladas do inimigo.

Um abraço.

Ezequiel Gomes disse...

Amado!

preguei uma séria de quatro sermões sobre Daniel 8. Vou disponibilizar os links, eles podem demonstrar serem úteis aos seus leitores!

O centro do livro de Daniel (8:9-14)
http://simvemsenhorjesus.blogspot.com.br/2012/11/o-centro-do-livro-de-daniel-89-14.html

Os aspectos pagãos do chifre pequeno de Daniel 8
http://simvemsenhorjesus.blogspot.com.br/2012/11/os-aspectos-pagaos-do-chifre-pequeno-de.html

Os aspectos papais do chifre pequeno de Daniel 8
http://simvemsenhorjesus.blogspot.com.br/2012/11/os-aspectos-papais-do-chifre-pequeno-de.html


o Santuário de Daniel 8:14
http://simvemsenhorjesus.blogspot.com.br/2012/11/o-santuario-de-daniel-814-sermao-em.html

Espero que essas mensagens sejam uma bênção a todos que a ouvirem!

Graça e Paz!

Hugo Hoffmann disse...

A Bíblia é realmente um livro maravilhoso e Yahweh verdadeiramente nos revelou coisas importantíssimas nas Escrituras através dos Seus servos, os profetas.

Anônimo disse...

Fiquei pensando naqueles que não foram adventistas para conhecer profecias de modo tão eficiente, principalmente com conteúdo histórico para dominar o “método gramático-histórico”, leram apenas a versão bíblica Almeida Revista e Atualizada, não estudaram inglês e morreram baseados em “equívocos de tradução”.

Chacon disse...

as profecias de Daniel, talvez as mais importantes da Bíblia or tratarem da vinda do Messías e acontecimentos futuros, é de extrema importância para aqueles que a Bíblia nada mais é do que histórias contadas por homens, escrita por homens e que por isso não devemos dar atenção. Grandes homens como Issac Newton, se dedicaram longamente ao etudo das Profecias de Daniel. Claro, outro livro de igual importância é Apocalipse, quealguns dizem que não se pode entender nada...Como se V5e, Satanas lança seus enganos por toda parte. Vigiai e orai. Abraço

Gilson Medeiros disse...

Caro Anônimo, a Bíblia responde sua pergunta:
"Deus não leva em conta o tempo da ignorância...".

Portanto, se a pessoa morreu baseando sua fé em equívocos, Deus saberá levar isso em conta.

Porém, a nós que conhecemos mais claramente, cabe a decisão: fazer de conta que não sei de nada, ou viver uma fé sincera, humilde e completa. Afinal, haverá um dia em que o mundo todo será "iluminado" com a Verdade (cf. Apoc. 18:1-4). Para nós, eu e você, esse dia já chegou!

Um abraço.
Gilson.

Chacon disse...

Lembrei de algo da Profecia de Daniel, que aprendi nos meus estudos Bíblicos com a saudosa irmã Angelina (uma segunda mãe para mim), mas recentemente ví no youtube um video do Dr. Rodrigo Silva onde ele explica de outra maneira. Cuidará em mudar os tempos e as leis. Aprendi que a mudança do tempo se aplicaria ao Sábado, que na verdade aconteceu, e parece realmente estar de acordo com a profecia, mudou os 10 mandamentos, entre eles o próprio Sábado do Sétimo Dia. Mas o dr. Rodrigo disse que a palavra tempos na profecia, significa "calendário", o que também se encaixa, já que Roma mudou algumas vezes o calendário, tanto que hoje nos baseamos no calendário Gregoriano graças a Roma. Não tenho o link do video mas vale a pena ver, foi um sermão numa Igreja de Brasileiros no USA (creio) Abraço

Unknown disse...

Olá, já procurei aqui e em outros lugares, mas não encontrei em nenhum lugar explicando o porque de se considerar o chifre pequeno do bode ser o mesmo chifre pequeno do animal espantoso do capítulo anterior. Sendo duas profecias diferentes porque seriam o mesmo chifre?

Gilson Medeiros disse...

Prezado Unknown (anônimo),

Conforme analisado no texto, o chifre pequeno de Dan. 8 sai de um dos quatro "ventos", o que nos leva, após minuciosa análise histórico-gramatical do texto, ao Império Romano.

No caso do chifre pequeno do cap. 7, o texto diz que, embora pequeno ao começo, este chifre é descrito posteriormente como "maior que seus companheiros". Ver-se-á que isto simboliza a continuação do poder romanos mediante a Igreja Romana. Nas palavras do historiador A.C. Flick, "das ruínas da Roma política se levantou o grande império moral na 'forma gigante' da Igreja Romana" (The Rise of the Mediaeval Church, 1900, P. 150).

Portanto, sem analisar exaustivamente (que não é o objetivo de uma postagem de blog), vemos a íntima relação entre os 2 chifres pequenos dos caps. 7 e 8 de Daniel.

Um abraço
Gilson.

Israel Ferreira disse...

Olá Amado vou deixar a minha resposta tbom? Em (Fp 4:8) Fala de "Tudo" o que tem que "Ocupar a nossa mente"!! Em (Mt 6:19-24) Temos que fazer tesouros no céu, ou seja, ñ ser ambicioso!! Em (Tg 3:13-18) Temos que ser sábio nas nossas escolhas!!Em (1 Pd 3:3-4 ) Aqui em bora fala para as mulheres, Tbem serve para nós homens e o Último texto lá em (Mt 11:28-30)!! Temos que parar para pensar como era a vida de Cristo, ele era muito simples. Amado que vanhamos viver nesse mundo tendo em vista o mundo celestial, não esqueça que nós estamos nesse mundo SÓ de passagem😊🙌🙏, um abraço!!

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