segunda-feira, setembro 17, 2012

Por que algumas igrejas crescem tanto?

Esta foto ao lado é da Igreja do "Evangelho Pleno" (Full Gospel Church), situada na Coréia e liderada pelo Dr. Yongi Cho. Ela é a maior igreja do mundo, com cerca de 1 milhão de membros que se reúnem em "células" (os Pequenos Grupos) e têm um encontro semanal de celebração.

Outro exemplo clássico de "mega-igreja" é a Saddleback Church, fundada pelo Pr. Rick Warren. Ela passou de 2 membros (o casal Warren) para mais de 20 mil membros, em poucos anos. Os "segredos" para o sucesso estão no livro "Uma Igreja com Propósitos", do Pr. Warren.

Por que igrejas assim cresceram tanto? O que elas fizeram para atingirem marcas tão assombrosas de números de membros? O que as chamadas "mega-igrejas" realizaram para adquirirem este título?

As 8 Marcas de Qualidade

O fenômeno de crescimento de igrejas é estudado no mundo todo, e um dos teóricos mais influentes nesta área é um alemão chamado Christian Schwartz. Ele fez um pesquisa em 32 países nos 5 continentes, entrevistando líderes de mais de 1000 igrejas, para tentar descobrir os fatores que levaram algumas delas a crescer... e outras a não crescer.

O resultado desta pesquisa está em uma série de livros que o Dr. Schwartz publicou, dentre eles "O Desenvolvimento Natural da Igreja", publicado no Brasil pela Editora Evangélica Esperança, de Curitiba.

Em sua vasta pesquisa, ele descobriu que existem 8 marcas de qualidade que medem o nível de possibilidade de crescimento de uma igreja. Isso quer dizer que a aplicação ou não destes 8 princípios é que determinará se uma congregação tem condições de se desenvolver e tornar-se uma grande igreja.

As orientações são simples... e até óbvias... mas servem muito bem para analisarmos onde nossa congregação local pode estar falhando em conseguir avançar mais na missão de pregar o Evangelho.

Marca 1 - Liderança capacitadora
Aqui entra o papel importantíssimo do líder da Igreja (o pastor distrital e o Ancião local), bem como dos demais líderes/oficiais da Igreja. Cada líder deve estar preparado para se aperfeiçoar em sua liderança eclesiástica e, especialmente, capacitar novos líderes para assumirem as funções que forem surgindo.

Marca 2 - Ministérios orientados pelos dons
Cada um desempenha sua parte na Obra do Senhor exatamente no local que deveria estar, de acordo com os dons que Deus lhe deu. Não existe, nas igrejas que crescem, a preocupação em colocar pessoas em cargos por conveniência político-partidária, ou nepotismo ou amizades. Todos ocupam seus cargos unicamente através dos dons que possuem.

Marca 3 - Espiritualidade contagiante
Os membros destas igrejas são pessoas altamente motivadas em sua adoração a Deus. Eles se sentem felizes em participarem dos cultos e estão sempre animados a trazerem amigos para que também sejam inflamados pelo mesmo sentimento. Esses membros possuem uma forte vida de oração e comunhão com Deus, e sentem verdadeira "paixão" pela sua fé.

Marca 4 - Estruturas funcionais
Nada de programas ou projetos formais e ultrapassados. Se algo não está cumprindo seu objetivo, deve ser descartado e substituído por outra estrutura que funcione. O formalismo e frieza que tanto caracterizam as igrejas que estão morrendo, não é visto nas igrejas que crescem, porque em tais igrejas tudo é feito unicamente com um objetovo: semear a Palavra, e tudo que esteja sendo feito de modo a não alcançar esta "função" é colocado de lado.

Marca 5 - Culto inspirador
Este é o contrário do culto monótono, frio e sem vida que temos visto em muitos lugares. Os adoradores saem do culto com a sensação de que REALMENTE tiveram um encontro com Deus, e que modificará suas vidas dali em diante.

Marca 6 - Grupos familiares
Esse é o que chamamos na IASD de "Pequenos Grupos", e que outras denominações também chamam de "células". As igrejas que crescem são aquelas que mantêm um arrojado programa de encontros semanais entre seus membros, fora do ambiente do templo, mas reuniões estas voltadas a um maior entrosamento entre os grupos menores da igreja e entres estes e o Senhor. É nos PGs, por exemplo, onde os dons são fortalecidos e os projetos evangelísticos mais individuais são colocados em prática.

Marca 7 - Evangelização orientada para as necessidades
Este é um importantíssimo fator de crescimento, segundo as pesquisas do Dr. Schwartz, pois as igrejas que crescem fazem seus cultos, projetos, programas, etc., sempre com o objetivo de alcançarem os chamados "sem-igrejas", ou seja, pessoas que estão necessitando de ouvirem a pregação do Evangelho e aceitarem Jesus em suas vidas. Os sermões são escolhidos com vistas a estes objetivos, e as pessoas que visitam estas igrejas saem com a certeza de que não foram meros "visitantes", mas que tudo que ali foi realizado teve o objetivo de falar-lhes ao coração.

Marca 8 - Relacionamentos marcados pelo amor fraternal
E como pode se medir o nível de relacionamento de amor entre os membros? Através das atitudes para com os que erram, do tempo que é gasto entre os membros fora dos limites do culto, dos encontros informais de confraternização entre eles, da quantidade de refeições que eles fazem juntos mensalmente, etc. Os membros das igrejas que crescem aprendem que não são apenas "irmãos", mas que são, acima de tudo, amigos uns dos outros... para todas as horas.

E agora?

Bem, resumidamente, é isto que se descobriu sobre os "segredos" utilizados pelas igrejas que mais crescem no mundo para terem se tornado o que são. Sugiro que os interessados em verem suas igrejas crescerem, tanto quantitativa quanto qualitativamente, procurem estudar mais sobre o assunto. Um bom ponto de partida são os livros do Dr. Schwartz, que certamente o pastor do seu distrito poderá disponibilizar para os interessados. Também há o excelente blog do Professor e Pastor Marcelo Dias, do UNASP.

Como Adventistas, com todas as peculiaridades normais de nossa denominação, podemos aplicar estes 8 princípios e fazer de cada igreja local um modelo de sucesso no crescimento? É claro que sim! Observe que o crescimento numérico dessas igrejas é uma CONSEQUÊNCIA do nível de comprometimento, amor, consagração e eficiência que seus membros atingiram ao longo do processo. Isso mostra que, quando estamos dispostos a melhorar onde falhamos, os frutos certamente virão!

Algumas sugestões para você verificar como pode aplicar estes conceitos universais em sua igreja local (o pastor do seu distrito certamente tem todo o material que sua igreja necessitará nesta empreitada rumo à Qualidade Total):

1. Reúna a liderança da igreja e promova um curso de capacitação em Princípios Básicos de Liderança. Isso ajudará a iniciar o processo de fortalecimento e reavivamento da equipe.

2. Aplique o "questionário de dons" entre os membros da equipe de líderes, em primeiro lugar, e depois com toda a igreja. Dessa forma, se descobrirão os potenciais "cabeças" nas diversas áreas de atuação da igreja. Cada um fazendo o que gosta e sabe fazer, é a melhor maneira de reavivar uma igreja e torná-la em um exemplo de sucesso, para glória de Deus.


3. Os membros precisam de um reavivamento da verdadeira fé. Nada de legalismo, fanatismos ou arrogância doutrinária! O que importa para ter uma fé contagiante e firme é a certeza de que somos pecadores, mas que Jesus nos cobre com Seu manto de justiça, e nos concede, a cada dia, uma nova oportunidade. O resto é resto! Os cultos devem dizer isso para as pessoas. Infelizmente muito tempo tem sido perdido com uma modelo de culto frio e sem vida, e o resultado todos conhecemos: mornidão espiritual e falta de entusiasmo na fé.


4. Somente aquilo que dá certo deve ser mantido na estrutura de uma igreja que deseja crescer. Liturgias, programas e projetos que não somam em nada à evangelização devem ser colocados de lado.


5. Faça dos cultos de sua igreja um momento de encontro VERDADEIRO com Deus. Nada de formalismos frios e sem-sentido, sermões enfadonhos e "chicoteantes", músicas de funeral, rostos tristes e ambiente sombrio. O culto é o momento em que nos encontramos com o Deus do Universo, e isso deve ser sentido por aqueles que compartilham esse momento conosco. É uma pena que alguns ainda confundam "reverência" com "letargia". Aqui no blog você pode encontrar muitos conselhos sobre como transformar para melhor os cultos de sábado, domingo e quarta-feira em sua igreja.


6. Os Pequenos Grupos, infelizmente, não são uma realidade em todas igrejas, ainda. Mas há tempo de retomar este importantíssimo programa, e fazer de sua igreja um pedacinho do céu aqui na Terra.


7. Faça de cada culto um encontro evangelístico. Não deixe que o visitante se sinta um "estranho no ninho", pois assim ele dificilmente desejará voltar. Os sermões, especialmente, devem ser voltados para as necessidades reais das pessoas, e não para os casuísmos promocionais ou espírito exibicionista do pregador.


8. Promovam encontros informais entre os membros da igreja. Por exemplo: fazer um rodízio entre os PGs para almoçar a cada sábado na casa de alguém (cada família levando um prato diferente). Isso traz um tremendo poder de aglutinação e fortalecimento da amizade entre os membros.


É isso ai... se você deseja ver sua igreja crescer com poder e glória, espalhando o Evangelho Eterno em sua região, faça sua parte, e deixe que o Espírito Santo consiga fazer a dEle com o melhor ambiente possível.

"Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (Atos 2:46-47).

8 comentários:

Allan Candido Felix disse...

Allan Candido Felix - IASD de Itatiaia - Duque de Caxias - ARJ
allcan7@hotmail.com
Não sou dissidente.

Estava revendo livro "Salvação e Serviço- os desafios do min. JA", e algo muito interessante e característico da época de formalização do min. JA é q mesmo em meio a tantos movimentos jovens doutras denominações, a Sra. Plummer e outros ao se questionerem e se disporem nesse ministério foram unânimes em muita oração, estudo da palavra de Deus e dos Testemunhos. Esta Sra. resolveu escrever uma carta diretamente àquela q era representante de Deus, E. Gould White, para saber qual a posição a tomar. Muita sabedoria nisso.
No livro entitulado "Como reavivar a igreja do Século 21- o poder transformador dos pequenos grupos" o autor diz que devemos “sair de babilônia”, falando a respeito da estrutura litúrgica e cultual que é legado de Constantino.
Aqui está o ponto chave e o questionamento: “sair de babilônia”?! sim, mas ir pra onde? Deixar o romanismo e ir ao encontro do protestantismo apostatado?

Infelizmente estamos muito preocupados com números, razoável, pois estamos em tempos de estatísticas e números, e médias. Nos esquecemos, porém, que médias, números e estatísticas não existem.

Crescimento ou gigantismo? Crescimento, algo saudável. Gigantismo, patológico.
Propósitos de Warren ou direção do Espírito Santo? Qualidade Total ou “bênçãos sem medida”?

Estamos querendo de qualquer jeito os dons do Espírito, mas não nos preocupamos em desenvolver o fruto.

Estamos impregnados de estratégias mundanas e vãs filosofias. A Igreja não é uma empresa. As pessoas não são produtos, muito menos clientes.

“Pequenos Grupos”, aparece nos testemunhos como sentenças adjetivas (grupos pequenos), mas não como uma estrutura administrativa (até onde tenho luz sobre). Contudo, o MCI (Movimento de Crescimento das Igrejas) os têm como estrutura organizacional e estratégica, e nós temos bebido nessas fontes.

Em seu espaço para comentários o senhor diz que não é um fórum de debates. Entretanto, em seu sítio, é colocado assuntos polêmicos como se fossem inquestináveis. Não pode ser bem assim. Não se pode escrever qualquer coisa.
Boas noites!
Maranata!

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro sr. Allan, obrigado pelo comentário.

Somente acredito que o senhor esteja se equivocando em suas divagações sobre o tema de crescimento de igreja, e seu comentário me evidenciou isso.

Em nenhum momento eu disse, nem acredito nisso, de que devamos "copiar" o modelo de crescimento de igreja de outras denominações. Temos luz suficiente para aplicar em nosso próprio modelo eclesiástico um bom programa de crescimento. Bastaria colocarmos em prática o que o Espírito de Profecia nos orientou a respeito há vários anos. Os 8 princípios de Schwartz, por exemplo, são perfeitamente encontrados nos escritos de Ellen White... é só querer ver.

Gostaria que o sr. citasse a página do livro do Dr. Russell Burrill, para que se possa analisar o contexto da declaração que o senhor afirma que ele fez sobre a "saída de babilônia", pois em nenhum momento o autor advoga uma saída da "denominação" adventista para buscar outra "denominação", o que o senhor parece interpretar.

Ademais, estou sempre aberto a diálogos e discussões sadias sobre a minha fé. Só não tenho tempo a perder em debates fatidiosos, críticos e improdutivos com aqueles que só desejam se valer do "teologuês" em suas argumentações.

Mas esse parece não ser o seu caso...

Um abraço.

Anônimo disse...

Prof. Gilson

O bom é saber que tudo que lemos ou presenciamos temos reter o que é bom e jogar o ruim fora, realmente as 8 marcas citadas para se ter uma igreja lotada .... e feliz são interessantes. Más ....existe um porém. Tenho observado que as pessoas não buscam igrejas somente para ter um encontro com Jesus, e muito menos em ser obediente a Ele, querem servi-lo sem nenhuma restrição, na verdade só vão a igreja... O que se diferencia muito da nossa Igreja, procuramos amar a Jesus e como prova disso , guardamos a sua palavra... inclusive o que nos diferencia da grande babilônia Os 10 mandamentos, sabe essas igrejas vendem salvação .... e os muitos são enganados, essas igrejas são dirigidas por falsos profetas no qual a maioria se aproveita da fé das pessoas. Diante de tudo isso , sinto em discordar que essas Igrejas funcionam e crescem porque são bem organizadas e sim porque são direcionadas pelo nosso inimigo.

Membro da IASD

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro "Membro da IASD", respeito seu ponto de vista mas sou forçado a discordar dele, por dois motivos:

1. Você generaliza algo do qual não tem conhecimento. Há muita gente sincera entre os membros de outras igrejas, conforme o próprio Espírito de Profecia declara.

2. Você baseia sua opinião unicamente no "achismo", e não leva em conta que as 8 marcas de qualidade nada têm que ver com alguma intenção escusa dos líderes de tais denominações, pois representam fatos concretos, confirmados por uma séria pesquisa.

Não é porque sejamos Adventistas que devamos rejeitar tudo que pessoas sinceras de outras denominações produzam. Se não ofenderem nem forem contra os princípios bíblicos, então, como vc mesmo lembrou, devemos "reter" porque é bom.

Um abraço.

Anônimo disse...

Olá

Professor Gilson.

Obrigada por responder aos meus questinamentos, admiro sua experiência e conhecimento , se não fosse isso não estaria aqui visitando seu blog diariamente,más me defendo em dizer em tirar a conclusão de que não tenho conhecimento, sei que existe muitas pessoas sinceras dentro dessas igrejas que andam super lotadas, não somente por conhecer váriss, mas conhecer a palavra de Deus e o Espírito de Profecia, sei que dentro de nossa Igreja sairá muitos para outros sinceros entrarem. Más está na cara que satanás torna essas Igrejas atraentes para que o sua fileira aumente, sabemos que a IASD é uma igreja que prega em cima da salvação em Jesus Cristo e a guarda da sua palavra , ai pensamos o seguinte : caso essas igrejas passassem a conhecer os nossos ensinos principalmente os mandamentos, será que continuariam assim tão lotadas e assiduas? Um exemplo: Já observei em um culto religioso de uma igreja( super lotada) que não vou mencionar ... mas que passa todas as noites na TV onde o pastor já pregou contra o sábado, apóia os membros comer carne de porco e muito mais... é triste mas o que ele usa para atrair os membros para a igreja , jamais terá que ser usado para atrair em nossa igreja... não vejo nada que possa ser usado em outras congregações que possa ser usado na Igreja de Deus, temos a palavra de Deus e o Espírito de Profecia, somos conhecedores da verdade.... eles que tem que aprender conosco.E por causa dessa sede de mais membros dentro da IASD que nossas igrejas estão se contaminando aderindo músicas, exaltação e ações pentecostais....

Agradecido

Prof. Gilson Medeiros disse...

Caro "Anônimo", como eu disse de outra vez, respeito seu ponto de vista, mas não posso concordar com ele pelos motivos que já apresentei.

Um abraço.

Iran disse...

A pesquisa poderia ter sido mais "próxima", não? Basta entrevistar a Bíblia.

Marca 1 - Liderança capacitadora
TU, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus. E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros IITim 1: 1-2

Marca 2 - Ministérios orientados pelos dons
E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? I Cor 12:19

Marca 3 - Espiritualidade contagiante
Sempre devemos, irmãos, dar graças a Deus por vós, como é justo, porque a vossa fé cresce muitíssimo e o amor de cada um de vós aumenta de uns para com os outros. II Tess 1:3

Marca 4 - Estruturas funcionais
Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? At 15:10

Marca 5 - Culto inspirador
A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; I Cor 2:4

Marca 6 - Grupos familiares
Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa. Col 4:15

Marca 7 - Evangelização orientada para as necessidades
O que canta canções para o coração aflito é como aquele que despe a roupa num dia de frio, ou como o vinagre sobre salitre. (Provérbios 25 : 20)

Marca 8 - Relacionamentos marcados pelo amor fraternal
Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor I Jo 4:11-12

Gilson Medeiros disse...

Prezado Iran,

É muito bom conhecermos textos bíblicos específicos, mas não devemos interpretar a Bíblia como uma "colcha de retalhos" e achar que tudo que teólogos sérios realizem não têm valor.

Se os estudos estiverem de acordo com a Bíblia (e pelos textos que você citou, estão), então creio que devemos utilizar em nossa vida eclesiástica, sem problema algum.

Um abraço
Gilson.

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